Por que Paulo Freire no Oriente Médio?

Em encontro entre educadores a Prof. Nira May considera importante a presença de Paulo Freire no Oriente Médio. Acredita na possibilidade de ver o diálogo e não a guerra como um caminho de transformação do indivíduo e da sociedade… “é uma questão de diálogo porque não há outra opção senão viver juntos no Oriente Médio”.

 

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As mulheres ativam a paz

Depois de ver, nas redes sociais, o clipe Prayer of the Mothers com Yael Deckelbaum, com as mulheres palestinas e israelitas marchando no deserto fiquei curiosa por conhecer o Movimento WomenWagePeace. Em passagem por Israel tive a oportunidade de encontrar e conversar com algumas das mulheres que marcham e realizam atividades por um acordo de paz. A atualidade social pede atenção e conhecer a história da situação de violência do Médio Oriente e do mundo, assumir esse processo de aprendizagem, também no âmbito da educação.  Parte da riquíssima conversa com duas mulheres do Movimento ficou registrada na seguinte entrevista:
Abraço amazônico, 

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Educação aberta em debate_OUI

A universidade aberta (UA) é tema de debate do nosso tempo e do nosso grupo. E, como já dissemos anteriormente a UA busca expandir e democratizar a educação superior ao alcançar a maior quantidade de pessoas com interesse de estudar. Na atualidade, (re)significada na economia do conhecimento e do capitalismo informacional, o diálogo polémico continua tentando responder em parte a novos movimentos educacionais. A entrevista com a profa. Sarah Guri-Rosenblit, levanta uma questão importante e que nos faz refletir: O que é educação aberta e qual é a educação aberta que temos e qual a que queremos (e podemos). Assista, a seguir, a entrevista e pode deixar comentários.

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Educação aberta em debate _ IGNOU

Abrir a educação é uma questão de quem decide as políticas públicas. O professor  R. Ramanujam da Indira Gandhi Open University (IGNOU), New Delhi, em entrevista aberta, nos conta acerca da sua experiência e percepções acerca da Universidade Aberta. Assista, a seguir, a entrevista:

 

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Educação em tempo das tribos

No terceiro milênio reconhecemo-nos em diversas tribos urbanas e também rurais, virtuais e presenciais, na convergência de recursos e situações sociais, culturais e linguísticas. A Índia, como o Brasil, é um país rico em tribos. As diversas línguas faladas por elas (na Índia são reconhecidas 20 como oficiais) e suas experiências educacionais ocorrem além dos muros da escola ou da Internet. Podemos pensar nas experiências no mundo digital: a Academia Kahn e a proposta de Sugata Mitra, entre outras, as quais vêm despertando interesse entre educadores do mundo inteiro, tanto pelas metodologias de aprendizagem quanto pelas propostas pedagógicas. O que destacamos hoje é a educação tribal na Índia, no âmbito rural, que gera curiosidade. Ao chegarmos à Índia, partindo de São Paulo com a finalidade de conhecer este país e participar do World Social Fórum (Mumbai, 16 a 21 de Janeiro de 2004), aproveitamos para conhecer o Prof. Mahendra e a experiência de formação de professores para a alfabetização no estado de Orissa. Em diálogo com a proposta de Paulo Freire, e com as próprias dinâmicas de socialização  e aprendizagem das tribos, ele inicia reconhecendo os saberes tribais, tradicionais, orais e gráficos, desvendando a própria cultura. Como em círculos de cultura, abre-se um território para uma compreensão profunda, mais aberta de si mesmos e do mundo. Não se trata de aplicar uma metodologia ocidental, mas de buscar ‘descolonizar a mente’ de professores e educandos que buscam na formação mobilizar a comunidade e suas próprias percepções para transformar e inovar com conhecimentos outros. Em 2017, ao regressarmos a esse belo país, para participar da First Biennial IACLSC International Conference Post Modern Nation-State and Nationalism: Citizenship, History and Public Sphere (Gujarat, Gandhinagar), ficamos curiosos por saber sobre o andamento de seu trabalho, assim como sobre aquela proposta original, o que fica registrado, em parte, na seguinte entrevista.

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O cavalo de Tróia

Recentemente visitamos o Cyber Horse! Trojan Horse? e confirmamos a atualidade da reflexão no mundo contemporâneo http://www.huffingtonpost.com/gideon-amichay/cyber-horse-2016_b_11069640.html. A obra nos remete ao texto, ainda atual, PAULO FREIRE: RE-LEITURA PARA UMA TEORIA DA INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO (1999)  http://www.usp.br/nce/wcp/arq/textos/144.pdf … Nesse texto nos perguntamos sobre a rede de  computadores, “Extensão ou Comunicação?”,  e sobre o “efeito cavalo de Tróia”…  O video ajuda a compreender melhor>>>> O que desperta em você essa obra?

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Circle…its roundness.

Matissedance

Dance – Matisse – Wiki

I like the circle, its fluidity, the absence of rigid angles and limits, its roundness, its soft forms, the way it always continues and welcomes. I like the circles we do together, those of friends, readers, those of colleagues, family and beloved ones. And, the ovals and the spirals, and the symbol of the infinite. And the round tables with their absence of hierarchies or superiors, thus egalitarian and open to different opinions in a peaceful environment. I would like to spread circles around the world, replacing the squares of the mind, the very sharp triangles, and the trapezes from which we sometimes cannot unhang.(Parga L. Jimenez, February 26, 2016 · in the occasion of the circle of culture held at the University of Guadalajara, Mexico).

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