Currículo na Educação Infantil _ Uma proposta a partir de reflexões em Paulo Freire.

Em nosso ultimo encontro conversamos sobre currículo. A elaboração de uma proposta curricular (em Educação Infantil) acontece a partir de uma investigação, que se realiza dentro do universo temático do Estudante. Portanto, a educadora realiza uma investigação dentro da docência.

No terceiro capítulo da obra: Pedagogia do Oprimido Paulo Freire menciona que o diálogo na educação é “prática de liberdade”. Através deste diálogo realiza-se a investigação (ou pesquisa) em busca de temas, que Paulo denominou temas geradores. O conjunto dos temas nos remete, às situações de vida dos Estudantes; são as situações vividas que configuram um universo temático no qual Estudantes, seus familiares e vizinhança vivem e constituem o pensamento linguagem que interessa para a “docente-pesquisadora”.

Nos últimos encontros nós fizemos essa busca de temas como um “dever de casa”, que as Professoras fizeram acontecer dentro da sua atuação cotidiana. Elas realizaram anotações observando às situações no seu cotidiano. Anotaram (e trouxeram) algumas “situações-temas” para o encontro de 13 de abril:

  • O uso do banheiro: usar uma identificação (um colar) para a criança freqüentar o sanitário; também o “desfraldar” (tirar a fralda) é realidade corporal cotidiana.
  • O faz-de-conta é parte da realidade do dia-a-dia neste Educando;
  • Nossa ação planejada é uma interação que tem por desafio compartilhar e transformar. O Centro de Educação Infantil utiliza uma “linha do tempo” para organizar o espaço coletivo conforme temas, brincadeiras, conflitos.
  • A linguagem matemática aparece em várias “situações-problema”.
  • Nosso trabalho faz mediação. Usamos fazer combinações em sala de aula e para isso dialogamos. Assim construímos conhecimento. É nossa forma (pedagógica) de conscientizar, através de mediação planejada.

“A partir das situações-temas” descritas, cada professora deve comentá-las e fazer uma proposta curricular. Esta consiste em uma semana de docência na sua unidade de Educação Infantil (CEI ou CEMEI, conforme a atuação de cada uma). Para cada atividade é importante escrever uma reflexão: por quê está sendo sugerida esta atividade?. É importante lembrar “o espírito” deste modulo, isto é, as reflexões buscam inspiração no Educador Paulo Freire.

Bom trabalho. Boa reflexão e até o Encontro de sábado 27 de abril,
onde faremos comentários sobre esta reflexão “blogada”.
Abraço: Prof. Adriano Salmar Nogueira e Taveira.

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55 respostas para Currículo na Educação Infantil _ Uma proposta a partir de reflexões em Paulo Freire.

  1. Carolina disse:

    Deixar de ser minoria.
    Para se melhoria.

    • Carolina disse:

      É dever de todos nós ajudar e criar variados caminhos par vencer os obstáculos e abrir novas fronteiras em busca de formas. Sejamos criativos, inventar as nossas ferramentas, minimizar conflitos, criar dialógos, sorrir sempre. Chore para acalmar,aprenda com os outros e acione o “off” sempre que precisar.
      A criatividade é uma ferramenta para ser usada na EDUCAÇÃO.

  2. Carolina disse:

    A ideia é individual?
    Ou uma concepção da unidade?
    Em relação ao desenvolvimento na educação infantil?

    • Carolina disse:

      Objetivo de desenvolver a identidade, para criança da educação infantil, entre dois e três anos.
      Material utilizado: Dois espelhos grandes (prefira fixá-los na parede).
      Tempo previsto: 15 a 20 minutos.
      Atividade: Estimule a criança a olhar atentamente a própria imagem. Solicite que ela ou ele toque diferentes partes do corpo. Ex.: perna, orelha, pegar em um dedo da mão etc.
      Sugira brincadeiras como balançar os cabelos, levantar os ombros e cruzar os braços.
      Encoraje-a a imitar os gestos das outras crianças.
      Desenvolvimento: A atividade deve ser realizada em frente ao espelho, com intuito de estimular a observação.
      A criança precisa se olhar, ver seu reflexo, se conhecer, tocar em seu eu.
      Ver sua boca, seus olhos, seu nariz suas narinas. O espelho é bom para o desfraldar, da suporte, Ele se olha e olha os colega.

  3. Carolina disse:

    Um dos importantes ponto para reflexão.
    Professoras debaterem propostas em sala, em relação ao desfraldar, pois a criança tem um determinado tempo de uso com fralda, após esse tempo pode causar desconforto e irritabilidade. Então tem que ser uma proposta aceita por todos. Tem que ficar de comum acordo.
    Proposta trabalhada pelas pessoas (família e docente). O resultado desta união tem por finalidade o conforto e aprendizado do educando. Acordada a proposta então vamos saber qual a reação dos educandos em relação a prática do desfraldar em troca do maior conforto.
    Vamos dividir conhecimento para multiplicar qualidade.

  4. entende-se que o currículo para ser firmado passa por uma discursão entre o corpo docente com a finalidade de se materializar na ação com os estudante e comunidade.

  5. Gilcelia Ferreira Santos da Motta disse:

    Através de uma proposta curricular e com um minuciosa investigação desenvolvi esta atividade no CEI, vejam o que gerou:

    Tema: INSETOS
    Objetivos: O que o aluno poderá aprender com esta aula?
    • Adquirir o hábito de ouvir diferentes textos
    • Desenvolver a linguagem oral
    • Aprender os valores sociais como a importância da disciplina: saber a hora de ouvir e falar;
    • Conhecer os diversos tipos de insetos.
    Faixa Etária: de 02 a 03 anos
    • Figuras de Insetos.
    • Roda de Conversa sobre: “Insetos”
     Formiga ;
     Joaninha;
     Borboleta;

    DESENVOLVIMENTO:

    • Procurar vários tipos de insetos no parque de areia.
    • Retomar a roda de conversa investigar a coleta de dados de cada aluno.

    AVALIAÇÃO:
    A partir desta atividade, pude notar e avaliar os conhecimentos dos alunos sobre insetos. Uma determinada aluna colocou em pauta o nascimento da borboleta O que gerou o início de um projeto chamado “A METAMORFOSE DA BORBOLETA”. Que está sendo desenvolvido no percurso do semestre.

  6. Neuza de Moraes Luque disse:

    Ritmo de aprendizado
    Objetivo

    Estimular a percepção dos sons e as habilidades musicais.
    Estimular a interação entre educador e educando

    Tempo estimado
    30 minutos, uma ou duas vezes por semana.

    Materiais necessários
    Instrumentos de percussão, sucatas que produzam som, guizos e CDs.

    Desenvolvimento

    Atividade 1

    Algumas cantigas e brincadeiras de roda convidam à marcação do pulso básico ou do tempo forte da música.
    Palma, palma, palma (bater palmas no tempo forte)
    Pé, pé, pé (bater o pé no chão)
    Roda, roda, roda (rodar no lugar)
    Caranguejo peixe é! (no é, agachar no chão)

    Outras propõem uma experiência rítmica.
    Rá, rá, rá, a minha machadinha,
    Rá, rá, a minha machadinha,
    Quem te pôs a mão sabendo que és minha?
    Quem te pôs a mão sabendo que és minha? (rodar de mãos dadas)
    Se tu és minha eu também sou tua,
    Se tu és minha eu também sou tua,
    Pula machadinha para o meio da rua
    Pula machadinha para o meio da rua
    (pular para o meio da roda)
    No meio da rua não hei de ficar
    No meio da rua não hei de ficar
    Pula machadinha para o teu lugar
    Pula machadinha para o teu lugar
    (pular de costas para seu lugar original na roda)

    Atividade 2

    O ritmo está presente também no falar, nos poemas e nas parlendas.
    Chuva, chuva, chuvisquinho
    Sua calça tem furinho
    Chuva, chuva, chuvarada
    Sua calça está furada

    Atividade 3

    A roda começa girando devagar e acelera até chegar ao dez
    A galinha do vizinho
    Bota ovo amarelinho
    Bota um, bota dois, bota três, bota
    quatro … bota nove, bota dez! (todos se agacham)

    Atividade 4

    Estimule o acompanhamento de canções com palmas, brinquedos ou instrumentos musicais feitos com sucata ou objetos do cotidiano. Eles foram chamados pela pesquisadora argentina Judith Akoschky de ¿cotidiáfonos¿, pois são construídos com base no que se tem disponível. São dessa categoria peças como maçanetas ou torneiras (percutidas com ferrinhos, emitem um som metálico e bonito), guizos (amarrados com fita nos pulsos ou tornozelos, tocam quando movimentados) e radiografias (quando agitadas, produzem um barulho engraçado).

    Avaliação
    Não espere uma coordenação rítmica exata nas atividades. Esse ainda não é o objetivo nessa faixa etária. O mais importante é proporcionar a experiência de fazer música e compartilhá-la com os amigos em momentos de alegria e sensibilidade.

  7. ELIANE MELQUIADES DA SILVA disse:

    ELIANE MELQUIADES DA SILVA RA: 612200711 – 20 DE ABRIL DE 2013

    A IMPORTÂNCIA DO FAZ-DE-CONTA
    CONSIDERAR AS CRIANÇAS COMO SUJEITO DE DIREITOS, CIDADÃOS EM PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO E GARANTINDO QUE VIVA PLENAMENTE SUA INFÂNCIA PROMOVENDO UMA PRÁTICA EDUCATIVA DE CARÁTER LÚDICO E PRAZEROSO.
    A ESCOLA DE EDUCAÇÃO INFANTIL É UM ESPAÇO DE LAZER EDUCATIVO ONDE AS CRIANÇAS APRENDEM BRINCANDO. E GRAÇAS AO FAZ-DE-CONTA , AS CRIANÇAS PODEM IMAGINAR, IMITAR, CRIAR OU JOGAR SIMBOLICAMENTE, POUCO A POUCO, VAI RECONSTITUINDO EM ESQUEMAS VERBAIS OU SIMBÓLICOS E COM ISSO PODE AMPLIAR O SEU MUNDO ESTENDENDO E APROFUNDANDO SEUS CONHECIMENTOS.
    QUANDO AS CRIANÇAS SE INSEREM NO FAZ-DE-CONTA ELAS ESTÃO ATRIBUINDO ACONTECIMENTOS DE SUAS HISTÓRIAS E QUE TAMBÉM PERMITE O DESENVOLVIMENTO DA SIMBOLIZAÇÃO E ISSO É FUNDAMENTAL.

    A EDUCAÇÃO É: ¨A CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADES ATRAVÉS DE EXPERIÊNCIAS DE APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVAS NAS DIFERENTES LINGUAGENS DA INFÂNCIA E DA CULTURA ¨

    CRIANÇAS DE 02 A 04 ANOS

  8. Rita de Cassia Marques Simeão disse:

    Proporcionar atividades, sobre temas, que estão presentes na realidade das crianças, através de uma proposta curricular, é importante no desenvolvimento integral das áreas do conhecimento. Na CEI onde trabalho, desenvolvemos no mês de março atividades, sobre identidade, com as nossas crianças.
    O desenvolvimento das atividades sobre identidade foi importante para possibilitar as crianças o conhecimento da sua identidade social, histórica e cultural, assim como ajudá-las a aumentar sua autoestima, para se sentirem integradas no meio que vivem.
    Tema: Identidade
    Objetivos: Possibilitar que a criança construa a sua identidade e autonomia, por meio das brincadeiras, das interações socioculturais e da vivência de diferentes situações.
    Faixa etária: 3 anos
    Atividades:
    Roda de conversa: Conhecer a história de seu nome.
    Esta atividade é importante, para as crianças entenderem a sua história, e o significado do seu nome.

    Cantinho da leitura: Ler para as crianças a historia “A velhinha que dava nome as coisas”.
    Através da leitura deste livro, as crianças percebem que tudo ao seu redor tem identificação, e fazem parte de sua realidade.

    Atividades com fotos: Colocar em uma caixa surpresa, fotos das crianças. De forma que abram, e encontrem a sua imagem. Depois, mostrar uma foto por vez, para que o grupo identifique e também incentivem as crianças a relacionar foto e colega. Montar com estas fotos um painel, na qual as crianças visualizem foto e nome.
    Esta atividade proporciona que as crianças percebam-se a si e ao outro, as igualdades e diferenças, mediante as interações estabelecidas.

    Crachá com o nome da criança: Apresentar de forma lúdica, a escrita do nome das crianças. Depois as crianças encontraram o crachá com o seu nome, entre os nomes dos colegas.
    Esta atividade contribui para as crianças apreciem o próprio nome, distinguirem entre os nomes dos colegas, e compreenderem que as letras formam palavras como o seu nome.

    Autorretrato: As crianças se olham no espelho, e depois façam um desenho com tinta do seu autorretrato.
    Além de trabalhar com a identificação, da sua própria imagem, as crianças também desenvolvem o esquema corporal e conhecem o seu corpo.

    Avaliação: Avaliar através de observação, conversa informal, dinâmica, participação nas atividades, conhecimento sobre o tema e interesse do aluno.

  9. delunaestela disse:

    A situação-tema que escolhi para esta reflexão foi “O faz-de-conta é parte da realidade do dia-a-dia neste Educando” O tema gerador ”faz-de-conta” possibilita-nos conhecer a cultura da criança vivenciada por meio das atividades.
    Um tema gerador escolhido para dar início às discussões em sala de aula contribue para a aprendizagem, esse pressuposto freireano orienta os estudantes e também os professores-estudantes a planejar as atividades de forma que todos possas participar, contar suas experiências e suas preferências pessoais de acordo com a realidade de cada um. O tema gerador escolhido, além de trazer à sala de aula a produção cultural de cada criança também contribui para a construção da identidade de cada uma delas, desenvolvimento do vocabulário, da expressão de suas ideias, pensamentos, o movimento corporal e a autonomia e a cidadania.
    A roda de conversa é uma atividade permanente em sala de aula ou em qualquer outro espaço onde será desenvolvida as atividades, a importância da roda de conversa diária é a de proporcionar o diálogo no qual todos possam entender o que foi planejado para cada dia em sala de aula e também para o professor perceber como se dará o interesse de cada educando para determinada atividade, e também, é uma forma de professores e alunos identificarem os aprendizados. Talvez funcione como uma forma de avaliação para ambas as partes?
    A proposta deste tema gerador será apresentada em meio a roda de conversa, o objetivo é fazer um levantamento de algumas informações como, por exemplo, com quem as crianças vivem em casa (estrutura familiar), com quem dormem, como é a alimentação, as brincadeiras, o lazer e tantas outras coisas. Fazendo dessa forma, é possível permitir que a criança participe da construção da sequência de atividades que devem ser desenvolvidas de acordo com a cultura e a realidade de cada uma delas.
    As atividades preparadas para esta semana serão os cantinhos, por meio dos mesmos é possível vivenciar a cultura das crianças e notar os seus pormenores, podemos, nós professores brincar juntos às crianças, ensinar-lhes nossa forma de brincar e aprender junto deles também, assim como seus colegas da turma.
    Na semana anterior a esta reflexão, quando pesquisava os temas geradores em sala de aula, no cantinho das bonecas as meninas estavam ninando seus “bebês”, e enquanto organizávamos caminhas paninhos e outros objetos, uma aluna falou que seu bebê estava com sono, perguntei como se chamava seu “nenê” e ela respondeu “nenê”. Percebi que para esta e outras crianças os “nenês” não tinham nomes!!! Será que os bebês são todos iguais para elas ou está faltando um trabalho mais cuidadoso com relação ao tema identidade? Estas são as perguntas que nós devemos nos fazer enquanto educadores? São muitas dúvidas.
    A criança que não brincava de consertar seu carro de brinquedo, por exemplo, aprende essa brincadeira com o colega do lado que adora desmontar os carrinhos ou outros brinquedos. É um exemplo de criança aprendendo com criança a desenvolver seu pensamento e sua linguagem.
    Espero que eu tenha entendido a proposta do professor Adriano…

  10. Marilda disse:

    As crianças na faixa etária de 0 a 3 anos reconhecem o mundo através da exploração, e assim constroem seus conhecimentos, através do contato físico e social. O Centro de Educação na minha opinião deve oferecer oportunidade para que a criança possa explorar e desenvolver todos os seus sentidos.

    1 Atividade
    Objetivo; estimular a audição musical

    Com Cds de musicas infantis o professor deverá estimular os movimentos das crianças, fazendo movimentos diferenciados a cada musica.

    2 Atividade
    Objetivo: desenvolver noções de tamanho e peso

    Com diversas caixas de tamanhos e pesos diferentes, as crianças poderão empilhar ou colacar umas dentro das outras.

    3 Atividade
    Objetivo: reconhecer o próprio nome e dos colegas

    através de brincadeiras de roda onde se usa o nome da criança, como por exemplo ciranda-cirandinha, se eu fosse um peixinho. cantar e brincar com as crianças para que eles possam reconhecer o próprio nome e o dos colegas

    4 Atividade
    Objetivo: desenvolver o prazer em ouvir historias, a linguagem oral, imaginação e criatividade

    Utilizando livros com figuras de animais ou de objetos que fazem parte do cotidiano das crianças, e com historias curtas. os livros devem ser de material resistente para que as crianças possam após ouvir a historia manusear e explorar.

    5 Atividade:desenvolver a coordenação motora e a socialização da turma

    com colchonetes, mesa, cadeira, bambolê, montar um circuito para as crianças, onde elas possam passar por debaixo da mesa, subir na cadeira, rolar no colchonete, pular os bambolês.

  11. Ana Paula disse:

    Estou iniciando um projeto sobre música com uma turma de infantil II em uma EMEI na Zona Norte.
    A escolha do tema surgiu da realidade dos alunos, que chegaram à escola trazendo um repertório musical limitado, influenciado pela mídia.
    A mídia cada vez mais nos bombardeia, ditando o que é belo, o que é bom, o que não é, o que se deve vestir, o que se deve fazer, o que se deve escutar, o que se deve comprar, e sua influência atravessou os muros da escola, fazendo com que nossas crianças tornem-se oprimidas e limitadas a certos estímulos oriundos da televisão
    Por essa razão, decidi realizar um projeto com a turma sobre música, resgatando músicas infantis, trabalhando ritmos diversos, estudando alguns músicos específicos e músicas de outras culturas, buscando contribuir para a ampliação do repertório musical e cultural dos alunos.
    Iniciei o projeto questionando-os sobre o que seria música, afinal. Fiz também um levantamento das preferências musicais dos alunos. A s crianças me ajudaram a escolher o nome do nosso projeto, que ficou‘’Crianças no Mundo da Música’’. Numa roda de conversa posterior, expliquei-lhes que música é a arte de combinar sons, e, partindo dessa definição, planejei uma proposta semanal articulando as diferentes linguagens:
    Experiências de exploração da linguagem corporal: Apresentação da música ‘’TUMPÁ’’ (BARBATUQUES-TUMPÁ) para que as crianças percebam como é possível fazer música utilizando a combinação dos sons de partes variadas do próprio corpo;

    Experiências de exploração da linguagem verbal: Escrita espontânea das partes do corpo utilizadas pelas crianças para a composição dos sons.
    • Envio de pesquisa aos familiares para conhecer as preferências musicais das famílias e, a partir delas, dar seqüência ao projeto;

    Experiências com a expressividade das linguagens artísticas: Desenho livre com caneta hidrográfica ao som de músicas clássicas;

    Experiência de apropriação do conhecimento matemático: Criação de um gráfico com as preferências musicais da turma.

  12. Nelson Araujo disse:

    Eu não trabalho, no CEI, diretamente com a criança, visto que sou ATE e atuo na Secretaria da Unidade. Mas pelo que observo o currículo da professora e as Diretrizes Curriculares podem caminhar de forma paralela. Basta para isso que a professora use criatividade e transforme o dia a dia em uma novidade constante. O uso do colar para ir ao banheiro, os combinados na roda de conversa, a visita a horta da U.E., são atividades que ao mesmo tempo que educa as crianças faz com que elas estejam sempre interessadas em participarem destas atividades.
    A professora, para dar conta do curriculo deve, ao meu ver, estar atenta a que ele contemple a parte pedagógica de seu trabalho mas que também seja interessante às crianças.
    Não estou dizendo que seja fácil. Até porque não tenho conhecimento prático para tanto. Mas acho que se queremos uma educação libertária, como dizia Paulo Freire, devemos enquanto educadores procurarmos meios para adequar os “currículos”, institucional e pessoal, para o bem das crianças.
    Isto é trabalhoso, nem sempre compensador mas nós, ou melhor, voces, professores dão conta.

  13. LUCIA PEREIRA NOBRE SOARES disse:

    A principal característica da educação libertadora é a de ser ouvinte,no sentido de ouvir e enxergar o outro.A luz das categorias freireanas,nota-se que é necessário compreender o que o educador entende por comunicação,pesquisa e solidariedade e quais as práticas e reflexões tem utilizado para o desenvolvimento destas competências em seus educandos.
    A práxis oportuniza o ato de construir currículo,possibilitando que educadores e educandos questione sobre o que está sendo ensinado, para quem e o porquê da escolha de alguns assuntos em detrimento de outros.
    Para Freire a práxis caracteriza-se por seu interesse emancipatório que busca na educação seu sentido primeiro:a humanização do homem numa ação consciente para a transformação do mundo.
    PROJETO:- QUEM SOU EU
    DURAÇÃO:- 01 semana
    FAIXA-ETÁRIA:- 04 anos

    OBJETIVOS:-Conhecer a própria história,e se reconhecer como parte integrante da sociedade.
    ETAPAS/DESENVOLVIMENTO:- Segunda-Feira * em roda de conversa,contando a professora e aos amigos qual o seu nome,e a mesma fazendo o registro.
    Terça-Feira * confeccionando os crachás com os nomes dos alunos,cada aluno enfeita como quiser,desenhando ou colando adesivos.
    Quarta-Feira * trabalhar com os alunos atividades de percepção e observação do corpo,num primeiro momento em frente ao espelho,é solicitado que o aluno observe as partes do seu corpo,em segundo momento músicas que sugerem as crianças encontrarem as partes do corpo que são mencionadas.
    Quinta-Feira * novamente o aluno se observa no espelho ou fotos,e depois faz o desenho de sua imagem,na sequencia em roda contam a todos sobre as suas produções.
    Sexta-Feira * construção de um boneco pela professora e alunos onde possam compreender,como o corpo humano é formado.
    AVALIAÇÃO:- Esta se dará pela reciprocidade do educando em questionar,refletir ,compreender e reconhecer-se dentro do contexto social.

    LUCIA PEREIRA NOBRE SOARES
    RA:-612200774

    Terça-Feira *Confeccionando os

    numa ação consciente para a transformação do mundo

    • Nelson Araujo disse:

      Encontra-se nesta proposta duas das mais dificeis ações do homem, eu acredito. Saber ouvir e contar sua história. Através desta proposta a professora á está desde cedo habituando a criança a reconhecer o momento de ouvir e a se reconhecer, formar sua identidade. Muito boa idéia, amiga professora.

  14. Relato de Ana Flavia Sanches Carlucci
    Observando meus alunos do MGI ( Mini-grupo I: crianças de 2 a 3 anos) durante atividades ao ar livre percebi o quanto boa parte deles se interessa “bichinhos de jardim”.
    Num dia algumas crianças encontraram uma minhoca na escada e não mexeram nela, mas ficaram ao seu redor, observando e minutos depois um aluno veio contente me dizer que tinham colocado folhas para ela comer.
    Outro dia, vieram me contar que tinham visto outra minhoca em outro canto da escola.
    No parque, encontraram uma mosca verde e no caule de uma árvore viram alguns insetos diferentes.
    As crianças gostam de formigas, aranhas, borboletas, abelhas e demais “bichinhos de jardim”.
    Pensei então de que maneira poderia utilizar este interesse deles em sala e como estou afastada por motivo de saúde, estou pesquisando sobre o assunto e pretendo realizar com eles atividades da seguinte forma:
    O projeto “Bichinhos de Jardim” será iniciado com uma roda de conversa (objetivos: investigar os conhecimentos prévios dos alunos a cerca do assunto que será trabalhado, estímulo à oralidade, saber ouvir e respeitar a vez do outro ao falar). Pretendo fazer isto numa sexta-feira para ter o final de semana para realizar mais algumas pesquisas.
    Segunda-feira: Roda da Leitura da pesquisa feita por mim com dados da internet e apresentação de imagens de alguns “bichinhos” que podem ser encontrados no jardim e nas áreas externas da escola ( minhocas, formigas, borboletas, joaninha, mosca, aranha…) e busca para observação dos bichinhos encontrados na escola (objetivos: incentivar a leitura, observação, diferenciação e semelhanças entre os “bichinhos” )
    Terça – feira: Apresentação das músicas com nomes de “bichinhos”: Dona Aranha, Borboletinha, Formiguinha, Minhoca, cantando no primeiro momento e movimentando-se com o corpo e no segundo momento, apresentação das letras das músicas escritas em cartazes (objetivos: movimentar-se com o corpo, realizar leituras espontâneas, localizar os nomes dos “bichinhos”, cantar as músicas que são do conhecimento dos pequenos)
    “Dona Aranha”
    A dona aranha subiu pela parede
    Veio a chuva forte e a derrubou
    Já passou a chuva, o sol já vai surgindo
    E a dona aranha continua a subir
    Ela é teimosa e desobediente
    Sobe, sobe, sobe nunca está contente
    (Enquanto cantam fazem movimentos com as mãos de subir e descer como se fossem aranhas)
    “Borboletinha”
    Borboletinha “tá” na cozinha
    Fazendo chocolate
    Para madrinha
    Poti-poti, perna de pau
    Olho de vidro
    E nariz de pica-pau
    (Fazer movimentos de cozinhar e localizar as partes do corpo citadas na música)
    “Formiguinha”
    Fui no mercado comprar café
    Veio a formiguinha e subiu no meu pé
    Aí eu sacudi, sacudi, sacudi
    Mas a formiguinha não parava de subir
    Fui no mercado comprar batata roxa
    Veio a formiguinha e subiu na minha coxa
    Aí eu sacudi, sacudi, sacudi
    Mas a formiguinha não parava de subir
    Fui no mercado comprar jerimum
    Veio a formiguinha e subiu no meu bumbum
    Aí eu sacudi, sacudi, sacudi
    Mas a formiguinha não parava de subir
    Fui no mercado comprar limão
    Veio a formiguinha e subiu na minha mão
    Aí eu sacudi, sacudi, sacudi
    Mas a formiguinha não parava de subir
    Fui no mercado comprar um giz
    Veio a formiguinha e subiu no meu nariz
    Aí eu sacudi, sacudi, sacudi
    Mas a formiguinha não parava de subir
    (Movimentar as partes do corpo citadas na música e fazer a “formiguinha” movimentando apenas dois dedos)
    “Minhoca”
    Minhoca, minhoca
    Me dá uma beijoca
    Não dou, não dou
    Então eu vou roubar
    Smack, smack
    Minhoco, minhoco
    Você é mesmo louco
    Beijou o lado errado
    A boca é do outro lado
    ( Os dedos indicadores são a “minhoca” e o “minhoco” e se movimentam para cima e para baixo. Para fazer o movimento do beijo, encostam um dedo no outo e fazem o som de um beijo. Também será trabalhada a questão de não saber qual dos lados está a cabeça da minhoca)
    Quarta- feira: Apresentação do filme “Vida de Inseto”, “Formiguinha Z” ou “Bee Movie” – todos apresentam “bichinhos de jardim” e após a exibição do filme cada criança fará um desenho espontâneo do filme (objetivos: observar algumas cenas do filme, pois são longos e as crianças não se concentram, registrar com diversos materiais : giz de cera, canetinha, lápis de cor ou pintura a dedo)
    Quinta- feira: Lista coletiva com tabulação: anotarei os nomes dos “bichinhos” estudados e cada criança escolherá o que mais gostou de ter observado, ou aprendido a respeito das suas características, hábitos, alimentação, etc. Cada criança poderá anotar na tabela pintando um quadradinho e no final contaremos e anotaremos qual teve a maior escolha feita pelas crianças. (objetivos: estimular a oralidade, expressão das opiniões, livre escolha, contagem e noção de mais e menos votos)
    Sexta-feira: Escrita e leituras espontâneas: cada criança receberá uma folha em branco e poderá escrever a sua maneira um texto a respeito do que foi trabalhado durante a semana. Ao final da escrita, solicitarei às crianças que leiam o que escreveram para os colegas. (objetivos: estimular a escrita e a leitura espontânea, incentivar o respeito pelo trabalho realizado pelos demais)
    Para apresentar o que foi produzido, confeccionarei um painel com os trabalhos das crianças e fotos de todo processo.

    • Ana, realmente as crianças gostam muito dos bichinhos do jardim. Adorei o seu projeto, irei adaptar para as minhas crianças.

    • LUCIA PEREIRA NOBRE SOARES disse:

      Gostei muito deste projeto,semelhante ao que aconteceu com a minha turminha MINIGRUPO II,estávamos no solário,na roda de história,quando notamos um besouro (eles notaram) claro a história ficou para outro dia,pois ele foi o foco daquela tarde,e inúmeras descobertas fizemos,investigamos,desenhamos,fotografamos,e foi muito prazeroso! Parabéns Ana Flávia,,,

    • Edna Aparecida de macedo disse:

      Gostei muito desse projeto também trabalhei com crianças de 2 anos projeto “formigas” foi muito interessante as crianças não podiam ver uma formiga no parque, e levavam para as conversas em rodas várias perguntas.

  15. Angela Aparecida da Silva Oliveira disse:

    Estou desenvolvendo o projeto JOGOS e BRINCADEIRAS, com minha turma de mini-grupo 1.Este sera desenvolvido entre março/dezembro 2013,envolvendo 2 jogos e 2 brincadeiras/mes
    Em abril estamos apresentamos ESCONDE-ESCONDE e BOLICHE;Cada atividade e realizada 2 vezes/semana.

    *OBJETIVOS:
    -Possibilitar as crianças o contato com brincadeiras e jogos tradicionais e/ou novos ,de varias regioes do Brasil.
    -Valorizaçao da cultura infantil(reconhecendo a brincadeira como linguagem primordial da infancia)
    -Oportunizar situaçoes ludicas e prazeirosas onde a rotina torna-se um elemento vivo e
    dinamico,e nao um fator regulador(aprisionador).

    **ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO DA ATIVIDADE:
    -Pesquisa sobre o tema
    -Sondagem com as familias(do que brincavam na infancia?)
    -Roda de conversa com o turma explicando a atividade.
    -Esposiçao de obras- de- arte que mostram momentos de crianças brincando.

    ***LOCAL DE REALIZAÇAO:
    De acordo com proposta da atividade:parque,patio,sala ou solario.

  16. Edna Aparecida de macedo disse:

    BRINCAR E O JOGAR A passagem do período sensório-motor para o representativo é marcado por três aquisições: A permanência do objeto A descoberta do instrumento A emergência da brincadeira simbólica, isto é, o faz de conta. Nas brincadeiras estão associadas ações e ficções. As brincadeiras agem em direção à socialização das crianças, e o brinquedo é um estímulo para a brincadeira.

    Tema: Jogos e brincadeiras

    Objetivos: Esta seqüência didática tem como objetivo a ampliação do repertório de brincadeiras do grupo e a possibilidade de criar diferentes situações de aprendizagem nas quais as crianças possam se divertir, brincar, falar, representar e reapresentar as diferentes brincadeiras
    Compartilhar informações sobre as brincadeiras
    – Participar de situações significativas nas quais as crianças possam agir e falar sobre um tema comum de maneira mais estruturada
    – Conhecer as regras de algumas brincadeiras

    Faixa etária: 3 anos

    Materiais necessários: Para as brincadeiras: bolas, bambolês, cordas, pedaços de madeira, sucatas, tecidos…
    Para o registro: máquina fotográfica, papéis e canetinhas

    Desenvolvimento: Elencar as brincadeiras que serão apresentadas e registradas.
    Fazer um levantamento das possíveis brincadeiras a serem apresentadas ao grupo. Garantindo tanto o contato com os jogos e brincadeiras que já fazem parte do repertório do grupo, como a apresentação de novas propostas.
    Exemplo de brincadeiras: Chuva de bolinha, corre-cotia, elefantinho colorido…

    – Realizar, um jogo e brincadeiras por dia, registrar com fotos ou vídeo, papéis canetinhas

    – Considerando que um dos objetivos desta sequência é a ampliação do repertório de jogos e brincadeiras, deve-se planejar o contato sistemático das crianças com cada uma das propostas apresentadas, para que progressivamente possam se apropriar de
    suas regras.

    :
    Avaliação: Devem-se criar pautas de observação para as situações de conversas, para as brincadeiras e para os momentos de registro do projeto. A Avaliação deve ocorrer ao longo de toda a seqüência didática, levando em consideração tanto a participação das crianças, como a adequação das propostas levadas a elas.

  17. Érica Leal disse:

    Observei que as crianças gostam muito de ouvir histórias e que nestes momentos ficam mais tempo concentradas,pois ficam na fase do realismo e o imaginário.
    Está atividade foi realizada em sala de aula,com a participação das professoras e as crianças dramatizando o conto….Foi divertido.
    Tema: Conto de fadas/Branca de neve e os setes anões Faixa etária 3 anos
    Objetivo: Que as crianças consegue através do conto de fadas,manifesta seus sentimentos e emoções,é que aos poucos compreender o mundo que o cerca.
    Desenvolvimento: Rodas de conversa;confecção de fantoches;apresentação da história para as crianças;dramatização e roda de histórias recontada pelas as crianças.
    Finalização:Dramatização do conto de fadas.
    Avaliação: Será continua de acordo com o desenvolvimento da criança.

  18. anamel26 disse:

    Relato de Ana Maria dos Santos
    Logo ao iniciarmos as atividades deste ano nós professoras da sala do Berçário II ( 1 ano e 5meses a 2anos), notamos que além do número de crianças (36), metade nunca frequentou uma escola, o que nos levou a realizar um período de adaptação escolar mais longo. Também conversamos com vários pais sobre a importância do ambiente escolar na vida das crianças, deixando um canal aberto de comunicação para que estes pais sintam-se mais confiantes ao deixar seus filhos na escola. Com o passar do 2º mês de atividades de adaptação, iniciamos as atividades de identidade.
    Notamos que ao conversarmos e perguntarmos para as crianças: Qual seu nome? Como você se chama? As respostas eram: Nenê, Bebê, Titi, ou ficavam quietos. Então decidimos elaborar um projeto de identidade, que terá duração até o final do ano, sendo mesclado a outros projetos.
    Tema Qual o meu nome?
    Objetivo. Conhecimento da Identidade e reconhecimento do próprio nome.
    Para dar início às atividades as crianças foram fotografadas individualmente, enquanto brincavam livremente no parque.

    1 – Roda de Conversa: Iniciamos com apresentação das professoras dizendo seus nomes, perguntando em seguida os nomes das crianças.
    Observamos que alguns não sabem dizer o seu nome, outros só sabem os apelidos.
    Esta roda de conversa serviu para que observassem que não há um nome exclusivo para cada criança, acharam engraçado três crianças ter o mesmo nome, ficaram olhando e repetindo o nome, no caso DAVI.
    2 – Auto reconhecimento: as fotos das crianças foram colocadas enfileiradas no chão, e cada criança foi convidada a se olhar no espelho da sala e a procurar sua foto.
    Observamos que algumas crianças acariciavam sua imagem no espelho como se fosse outra criança, outros disseram “olha eu” “Olha (seu nome)”. E corriam para pegar as fotos.
    Ao final da atividade, cada criança ficou com sua foto por um tempo e depois as mesmas foram colocadas no varal da sala.
    3 – Ouvindo o Nome: Cada uma das quatro professoras da sala chama um aluno para um canto da sala e pede que o mesmo repita o seu nome em voz alta. Nesses cantos estão as fotos das crianças chamadas e será feita uma roda para que os nomes de todos sejam repetidos pelos colegas, através de cantigas de roda.
    Esta atividade permite exercitar a audição e a sonoridade dos nomes, e o trabalho em pequenos grupos para uma sala numerosa.
    4 – Hora da leitura – Com a leitura do Livro “O fundo do Mar” as crianças vão percebendo que os serem do mar “os peixinhos” também tem nome.
    Após a leitura as crianças são convidadas a repetir os nomes dos peixinhos exercitando a linguagem oral.
    5 – Hora da chamara – As fotos das crianças foram colocadas em 4 cartolinas e fixadas na parede na altura das crianças, perguntamos as crianças apontando para as fotos, fulano veio hoje? Onde está este amigo? E as crianças procuram pelo amigo, caso não esteja na sala, colocamos a foto virada e informamos que o mesmo ficou em casa.
    Está atividade serve para que as crianças se reconheçam, bem como reconheçam seus coleguinhas de sala. Observamos que ainda tem dificuldade com nomes iguais.
    Todas as atividades necessitam de uma dinâmica alegre e que desperte o interesse das crianças diante de um universo de tantas descobertas. A observação e o diálogo entre as professoras, e avaliação dos registros elaborados darão suporte para o aperfeiçoamento e sequencia do projeto.

  19. Solange Alexandre Alves disse:

    Através das experiências vividas pelas professoras com seus alunos em sala de aula, pude perceber que para alcançar seus objetivos com êxito, o professor deve utilizar a pedagogia do diálogo, pois é através de rodas da conversas, combinados, explicações diariamente é que a criança passará a compreender seus direito e deveres ao longo da vida.
    Na minha sala com 35 crianças de 4 anos, percebo uma agressividade entre elas(crianças), e para trabalhar este comportamento fiz um trabalho em que coletivamente formularíamos os combinados da sala( cuidado de si e do outro):

    Tema:
    COMBINADOS DA SALA (CUIDADO DE SI E DO OUTRO)

    OBJETIVO:
    As crianças possuem conhecimentos e competências distintas.
    Criar situações para que prestem ajuda umas às outras — para calçar o
    sapato, para alcançar um objeto, para fazer um desenho, para escrever
    uma palavra etc. — possibilita trocas muito interessantes, nas quais as
    crianças vivenciam essa diferença de saberes que é própria ao ser humano
    em qualquer idade. A ajuda entre pares pode ser também um interessante
    recurso para facilitar a integração de crianças com necessidades especiais.

    DESENVOLVIMENTO:
    .Iniciar com uma roda da conversa expondo as boas ações que temos que ter com as pessoas, pois assim teremos respeito mutuo.
    .Em seguida perguntar para as crianças o que seriam essas boas ações.
    .Realizar brincadeiras das palavras mágicas: por favor, obrigada.
    .Montar coletivamente um painel expondo, através de figuras, as boas ações conversadas em sala.

    AVALIAÇÃO:
    Observar, conversar, ouvir, mediar, questionar o comportamento das crianças e possivelmente intervir em situações de conflitos, fazendo com que as crianças se habituem e apropriem-se da ação dos seu direitos e deveres.

  20. tania maria da silva disse:

    TANIA MARIA DA SILVA –

    ATRAVES DE PROJETOS E SEQUENCIAS DIDÁTICAS TEMOS GRANDES AVANÇOS NO DESENVOLVIMENTO DAS CRIANÇAS.
    O PROJETO “COMER-COMER” PROPORCIONA QUE DIARIAMENTE DURANTE 2 SEMANAS SEJA APRESENTADO FRUTAS E VERDURAS , PARA QUE ELES POSSAM CONHECER OS ALIMENTOS E TIRAR MELHOR PROVEITO. O DESENVOLVIMENTO DESTE PROJETO DEU-SE POR PERCEBER QUE AS CRIANÇAS REJEITAVAM AS VERDURAS E ALGUMAS FRUTAS, E COM ISSO CONHECENDO EXPERIMENTANDO ELAS POSSAM VIR A APRECIA-LA ELIMINANDO UM GRANDE INDICE DE REJEIÇÃO.

    PENSO QUE ASSIM QUE IDENTIFICAMOS UMA DIFICULDADE, TEMOS QUE ELABORAR ATIVIDADES QUE DESPERTAM INTERESSE NAS CRIANÇAS PARA QUE ESTAS DIFICULDADES SEJAM SANADAS.

  21. Maria José Paganotti disse:

    Planejamento semanal
    Eixo : ciências
    Tema: tema Corpo Humano

    Expectativa de ensino e de aprendizado
    Reconhecer e nomear as partes do corpo, desenvolvendo progressivamente a consciência corporal.

    Conteúdos: Roda de conversa, cantigas infantis, brincadeiras,desenho, desenvolvimento físico(corpo humano) e quebra cabeça.

    Objetivo:Que a criança identifique as partes que compõem o corpo, tome consciência de si mesma, e de seu semelhante.

    Desenvolvimento:

    Atividade 1

    Roda de conversa sobre o corpo humano, levantamento prévio;

    Atividade 2

    Cantigas infantis as que falam do corpo humano, como:
    Cabeça ombro perna e pé
    Perna e pé (bis)
    Olhos, orelhas,boca e nariz
    Todo mundo é feliz
    É feliz.
    E brincadeiras livre com o corpo, como:João bobo
    Em trios
    Uma criança fica entre as outras duas com o corpo imóvel
    enquanto é empurrada levemente Prá lá e prá cá,
    Este movimento é alternado uma à vez, até que brinque as três;

    Atividade 3

    As crianças vão registrar em folha de sulfite com desenho, o corpo humano;

    Atividade 4

    Texto coletivo feito pelas crianças, tendo o professor como escriba;

    Atividade 5

    As crianças vão montar em papel cráfite um quebra com dois bonecões, sendo um menino e uma menina e ficará enfeitando a sala.

    Avaliação da semana:

    Diária, de acordo com a reciprocidade das crianças.

    Fechamento: Exposicão dos desenhos das crianças.

  22. Maria Dirce Freitas Marques disse:

    Série: Berçário II
    Faixa Etária: 2 anos
    Duração: uma semana
    Focalizando o trabalho didático com matemática
    Desenvolvimento de atividades sobre matemática com crianças de dois anos que freqüentam a escola de educação infantil “Silvia Covas”. Pensando em elaborar essa seqüência de atividades com alunos dessa faixa etária, fez-me com que, eu chegasse a uma reflexão sobre esse tema tão complexo e exato. Porque as crianças desde seu nascimento estão imersas em um universo no qual os conhecimentos matemáticos são partes integrantes do cidadão. Os alunos participam de uma série de situações que envolvem inúmeras, relações entre quantidades, noções de espaço no seu cotidiano. Decidir, trabalhar com uma atividade de acordo com as necessidades e conhecimentos de cada criança desse grupo. Por isso optei por atividades que desenvolvessem habilidades de raciocínio e ao mesmo tempo fosse atrativas e prazerosas, relacionando o corpo com peso e volume dos objetos. Objetivei também o desenvolvimento dos aspectos sociais, afetivos e cognitivos dessas crianças. E através dessas atividades, os alunos pequenos venham mover o seu corpo para novas experiências. Como, nós já desenvolvemos um projeto nessa sala, sobre organização do espaço, desde o começo do ano, então decidir criar uma atividade que envolvesse esse tema.
    Objetivo: provocar situações que transformem a experiência em desafio nos quais os alunos possam estabelecer relações cada vez mais complexas.
    Construir o conhecimento matemático por meio de sucessiva reorganização de objetos levados para o ambiente.
    Participação de seqüência de situações que envolva quantidade e noção de espaço.
    Conteúdo: Manipulação e exploração de caixas de papelão de diversos tamanhos e cores, organização do espaço e música.

    Atividades: entrar, sair, subir, pular, empilhar, rolar, transvasar, encaixar, sentar, carregar e observar.
    Recursos didáticos: Caixa de diversos tamanhos, jornal, tecidos coloridos, papel kráfit e o espaço para os exercícios com as mesmas.

    “Aprender matemática é um processo contínuo de observação no qual as crianças atribuem significados e estabelecem relações com base nas observações, experiências e ações que fazem, desde cedo, sobre elementos do seu ambiente físico e sociocultural”.
    ( RCNEI volume 3 página 217 )

    Primeiro dia levarei quarenta caixas vazias de diversos tamanhos, espalhrei as caixas pela a sala e deixarei que os alunos as explorem e realizem diferentes movimentos como: empurrar, virar, rolar,carregar e com as caixas maiores, entrar e sair. No fim do primeiro dia as caixas ficarão todas rasgadas, amassadas e a sala super suja. Para finalizar a atividade pegarei um saco de lixo bem grande e falarei, agora acabou a atividade, vamos arrumar a sala? Ficarei segurando o saco e começarei a cantar:
    tchau, tchau, tchau, tchau, a aulinha terminou “… o que imagino é acontecer o trabalho de formiguinha carregando os pedaços de papelão e colocando dentro do saco.
    Segundo dia levarei para sala vinte caixas de tamanhos diferentes e cheias de papel jornal amassado e fechado. Deixarei no canto da sala, assim que deixar, observarei, as atitudes das crianças se alguma criança vai conseguir abrir as caixas e tirar os jornais de dentro das caixas se vai amassar, o que vai fazer com as mais pesadas, se vão desenvolver outros tipos de conceitos como: subir, descer, pular e sentar nas caixas. Para finalizar as atividades, novamente pegarei outro saco para a organização do espaço e começarei a cantar. “tchau, tchau, tchau, tchau, a aulinha terminou, a salinha arrumarei”…

    Terceiro dia levarei para sala dez caixas grandes e bem firmes, dessas caixas, deixarei oito no chão e duas eu abrirei os fundos e encaixarei na outra deixando na forma de túnel e deixando também no chão. Para que os alunos entrem nas caixas e outros entrem no túnel. No fim do dia novamente para organização do espaço, começarei a cantar
    ”tchau, tchau, tchau, tchau, a aulinha terminou, para casa agora eu vou, quinta-feira voltarei”…
    Quarto dia levarei para sala, várias caixas de tamanhos variados e cheias de jornal amassado, bem fechadas e forradas com papel Kraft, jornal, ilustradas com formas geométricas de EVA azul, amarelo e vermelho, figuras do cotidiano, (brinquedos e tecidos de várias cores e estampas. flores,personagens e brinquedos com acabamento forrado com contact para que as crianças possam manusear com bastante segurança e reaproveitamento das mesmas para outros momentos. Finalizar com organização do espaço guardando- as e cantando
    “tchau, tchau, tchau, tchau, a aulinha terminou, sexta-feira eu voltarei”
    Quinto dia pegar as caixas como materiais de trabalho pedagógico, oferecer para as crianças observar e registrar as ações e reações das mesmas.
    Avaliação: os alunos pequenos desenvolvem bem esses momentos com uma ótima integração entre as crianças e as caixas. A partir de importantes criações. Ou seja, de situações de brincadeiras diversificadas, para essa faixa etária, os alunos aprendem de maneira lúdica. Assim havendo um aprendizado global e ótimas integrações entre adulto, criança, espaço, e os objetos (caixas). Eles próprios irão construírem novos conhecimentos a cerca de seu corpo readquirindo novas habilidades motoras durante essa divertida brincadeira. Mas para que possamos avaliar o quanto é importante criar situações e brincadeiras diversificadas com crianças pequenas e constatar a alegria, descontrações e criatividades que estes momentos proporcionam só a prática com a ação pode confirmar um produto final.

    “Através de sua permanente ação transformadora da realidade objetiva, os homens, simultaneamente, criam a história e se fazem seres histórico-sociais”
    (Freire Pedagogia do Oprimido, 1970 )

    “ Porque ao contrário do animal, os homens podem tridimensionalizar o tempo (passado-presente-futuro) que, contudo, não são departamentos estanques”.
    (Freire Pedagogia do Oprimido, 1970)

    Maria Dirce, Tuma de sábado

  23. Vilma Lopes de Souza-turma 2-Sabado disse:

    Para orientar as instituiçoes de Educaçao Infantil e planejar seu cotidiano,as Diretrizes Curriculares(DCNEis-2010)nos trazem uma definiçao de curriculo(2.3-Curriculo)com foco na açao mediadora da instituiçao como articuladora das experiencias e saberes das crianças eos conhecimentos que circulam na cultura mais ampla e que despertem o interesse das crianças.
    Considerando estas orientaçoes e buscando referencias nas obras de Paulo Freire(Pedagogia do Oprimido(1987) em que ele menciona que o dialogo è pratica da liberdade,e na obra Pedagogia da Autonomia(1996)”ensinar exige respeito aos saberes dos educandos”,proponho uma sequencia de atividades envolvendo o faz-de-conta,pois entendo que estas brincadeiras produzem um tipo de comunicaçao rica em matizes e que possibilita as crianças indagar(consigo e com os parceiros)sobre o mundo que a cerca,construir e reconstruir ideias,valores,objetos,conhecimentos,concepçoes,sua historia,cultura e sua propria identidade.

  24. Projeto vida Humana:Objetivos:Desenvolver ações,observando as várias faixas etárias, que levem os alunos a buscar a promoção e conservação da vida da vida humana:.
    -Desenvolver bons hábitos de convivência e respeito ao outro,
    -Conscientizar os alunos sobre a importância e os motivos pelos quais nos alimentamos.
    -Mostrar a importância da higiene bucal em seu desenvolvimento.
    -Conhecer os diversos tipo de moradia e reconhecer a que vive,
    -Reconhecer os tipos de vestimentas relacionar as estações:
    -Conhecer a importância do lazer e quais tipos existe em nosso bairro.
    Faixa etária 3 á 4 anos
    Duração:Mês Abril de 2013
    Atividade 1:Diferentes fases da vida:
    -Confeccionar um cartaz com imagens sobre as fases da vida: Ex bebê,crianças adolescente, adulto e velhice.Fazer uma atividade de comparação e relação entre os próprios alunos:,levá-los ao berçário menor e explicar que são menores que eles são, mais novos.

    Atividade 2 :Relacionamento com o outro:
    -Executar brincadeiras em que os alunos tenham que esperar respeitar a sua vez: Como batata quente, a serpente entre outras.
    Atividade 3: Trabalhando hábitos alimentares:
    -Atividade com revista:Alimentos variados: Distribuir revistas e pedir que procurem todos os tipos de alimentos (pães, cereais,verduras, legumes,frutas entre outros) depois as crianças irão colar as figuras na cartolina e conversaremos sobre a importância dos alimentos.
    Atividades 4:Associação Cheiro Paladar:
    -Levar para sala de aula alguns produtos com cheiro, perfume, frutas, legumes,uma criança por vez terá os olhos tampados e colocaremos o produto próximo ao seu nariz,para sentir o cheiro e tenar identificar.
    Atividade 5:Construindo a pirâmide alimentar:
    -Colocar uma mesa no meio da roda e sobre ele distribuir uma variedades de alimentos( verduras, legumes,frutas grão pães,bolacha,óleo margarina e outros que compõem a pirâmide.Deixar que os alunos manuseiem,incentivar que cheirem,observem detalhes das cores e formas.
    Atividades 6:Musica escovação:
    -Demonstração dos produtos da higiene e imagens de escovação adequada e inadequada.
    Formar uma roda com as crianças e conversar sobre a higiene, a importância da escovação, os produtos usados,manter a torneira fechada enquanto escova os dentes, a troca da escova quando necessário.As crianças farão a escovação do (ursinho tigrão) nós professoras iremos auxiliar com dicas,e mostrar como devemos escovar os dentes.
    Atividade 7:Lazer e recreação:
    -Explora os diferentes espaços do CEI que proporcionam para os alunos, como parque que contem escorregadores, cavalinhos e área livre para brincar de bola,correr, esconder e outras brincadeiras.
    -Explorar casinhas de bonecas e brinquedoteca.
    -Organizar momentos com jogos diversos( memória,bola, dados, encaixe entre outros.

  25. Ana Paula Soares disse:

    .Trabalho com um grupo de crianças de 3 e 4 anos a mesma idade do ano passado,porém a turminha desse ano achei mais bebes eles gostam mesmo é de brincar, então como ensinar de maneira prazerosa e também aproveitar o interesse deles. Percebi que gostam muito de pintar, seja como for, com lápis, pincel, giz de cera, etc.. dái eu aproveitei esse interesse para ensina-los a identificar as cores e desenvolvi um pequeno projeto.

    Tema: artes
    Idade: 3 e 4 anos
    Tempo: uma semana
    Objetivo: Identificar as cores, concentração, participação, socialização, coordenação motora fina e grossa.
    Conteúdo: desenvolver de maneira prazeroza o reconhecimento das cores através de

    Atividades: pintura com tinta e pincel na cor trabalhada, brincadeira da cadeira (utilizando as cadeiras coloridas), bolinhas de papel, pega-pega das cores, musica do pintinho amarelinho e pintura com tinta, degustação de melancia( vermelha), recote e colagem das cores.

    As cores estão na verdade presente em tudo na vida da criança e eu aproveitei tudo ao meu redor para inserir na rotina deles o máximo possível, de maneira prazeroza,reconheceram as cores em pequenas coisas diárias.
    Desenvolvimento: No primeiro dia em roda mostrei uma pasta com diversas colagens, organizada por cores e as ultimas paginas com cores misturadas, em seguida cantamos a musica do pintinho amarelinho:
    Meu pintinho amarelinho
    Cabe aqui na minha mão
    Na minha mão
    Quando quer comer bichinho
    Com seu pezinho
    Ele cisca o chão
    Ele bate as asas
    Ele faz piu piu
    Mas tem muito medo
    È do gavião

    Então dei primeiro uma folha em branco para fazerem o pintiho e depois pintamos com tinta e pincel na cor amarela.
    Nesse primeiro dia consegui a atenção de todos porque adoram cantar e adoram tinta e pincel

    No segundo dia na roda novamente apresentei novamente a pasta de cores e como já estava programado no cardápio do CEI melância , eu solicitei que me levassem uma bandeja com melancias para degustação. Mostrei primeiramente a fruta inteira antes de servir. Eles observaram que ela por fora é verde, depois mostrei os pedaços partidos e novamente perguntei que cor tinha alguns souberam dizer a cor certa outros não. Em seguida servi os pedaços a eles , comentei com as crianças que essa é a fruta preferida da Magali. Depois disso entreguei papel crepom picado para que fizessem bolinhas, depois eles colaram as bolinhas na melancia desenhada no sulfite.
    No terceiro dia em roda eles já estavam reconhecendo algumas cores com mais acertos. Depois fomos ao parque brincar de pega pega . Expliquei que esse é diferente : Amarra-se uma faixa de pano de cores em cada time. Escolhi duas cores o amarelo e o vermelho, dividi as crianças em dois grupos e a brincadeira funciona assim: Primeiro esta com a cor vermelha então as crianças com a faixa vermelha pegam as com faixa amarela e depois invertemos os papéis. Nossa foi uma festa todos rincaram muito, adoraram .
    No quarto dia apresentei novamente a pasta e em seguida parti para uma brincadeira em sala. A dança das cadeiras . Primeiro brincamos normalmente , correndo em volta das cadeiras de mãos para trás e sentando quando a musica para. Depois eu modifiquei dividi as cadeiras em duas cores , de um lado vermelhas do outro amarelas, brincamos normalmente, depois as crianças da cadeiras vermelhas corriam em volta de suas cadeiras , mas tinham de sentar nas cadeiras amarelas e vice versa. No primeiro momento foi uma bagunça, mas depois aprenderam e adoraram.
    No quinto e ultimo dia mostrei a pasta em roda novamente , mas somente a parte com as cores misturadas, a maioria já sabia identifica-las. Então distribui revistas e tesouras e com meu auxilio recortaram frutas , brinquedos e tudo que quisessem para um cartaz bem grande. Ficou bem bonito e colorido e quando os pais chegaram eles chamavam para ver.
    Foi um projeto muito produtivo.
    Ana Paula Soares turma de sábado

  26. Wilma dos Santos disse:

    Crianças de 3 a 4 anos – As crianças podem ser incentivadas a pequenas explorações com alimentos, objetos e cheiros que ampliam suas experiencias com sensações visuais, auditivas, gustativas e olfatos.
    Projeto Semana do Indio
    Objetivo, Apresentar para a criança o indio a suas caracteristica, onde mora, o que comem, suas atividades ( caça pesca,dança e musica).
    Atividade
    lenda do grarana
    musica os 10 indiozinhos
    confecção- colar,cocar,chocalho.
    Vidio ìndio Kraô ( Globo Rural)
    Montagem indiozinho c/ recorte e colagem
    Finalização
    na sexta-feira ” FESTA DO INDIO”
    iNTEGRAÇÃO DE 3 SALAS
    musicas tipicas ,comidas tipicas (mandioca,milho cozido e grarana em pó}
    Avaliação
    Houve participação da maioria das crianças, bricaram, comeram , cantaram ,assintiram filmes.As crianças podem aprender a estabelecer algumas relações entre o mundo de vida caracteristicas de seu grupo social e o de outros grupos, conhecer costumes e brincadeiras de outras épocas e de outras civilizações.
    Conclusão: Sabemos que a cultura indigena deve ser lembrada em roda de conversa e reforçada na semana em que se aproxima o dia do índio-19/04.

  27. Magda Lucia Cano disse:

    Trabalho em berçário 2, com crianças entre 1 ano e 2 anos, e me incomoda muito a questão das mordidas, a agressividade. A proposta curricular q vou trabalhar é sobre a agressidade, com esse planejamento semanal:
    -Segunda feira: intitulada como manhã da família. Neste dia, as famílias serão convidadas a participar de uma oficina educativa. As educadoras distribuiram panfletos informativos,(feito pelo grupo de educadores,baseado em estudiosos, sobre o assunto – a agressividade e mordidas entre crianças pequenas), conversaram com as famílias sobre as características da idade, uma delas é a fase oral da criança e sobre outros motivos que podem levá-la a morder e após, realizar atividades diversas, ( relacionadas ao que as crianças fazem no CEI), sempre num ambiente de afeto entre as crianças, as famílias e os funcionários do CEI.
    É muito importante a família da criança fazer parte do ambiente educativo.
    -Terça feira: as crianças necessitam brincar, ( é o trabalho delas), pois auxiliam a se expressar e a descarregar suas tensões de outras maneiras, então iram brincar, livremente no parque ou no solário, com os brinquedos disponíveis nestes espaços, sob o olhar do educador. Não será delimitado um tempo, as crianças demonstram quando elas não querem mais participar da atividade.
    _Quarta feira: a criança precisa se movimentar,para se re/conhecer e também seus pares e os espaços. Nesse dia vamos trabalhar a música, para cantar,dançar e oferecer além de músicas infantis, outros gêneros musicais.
    _ Quinta feira: a exploração de diferentes texturas, as sensações causadas por essas também trazem para a criança a experimentação. Atividades como manusear o algodão, lixas, gelo, água quente, mingau, sagu…
    -Sexta feira: atividades de manipulação de papel, como rasgar, amassar, fazer bolinhas, jogar as bolinhas, também são atividades que aliviam a agressividade.
    A avaliação é contínua.

  28. Todos os dias eu realizo com os meus alunos do mini-grupo a roda de história e deixo que as crianças escolham que título querer apreciar e pude perceber que mesmo disponibilizando várias obras eles se interessavam pelas mesmas histórias: Chapeuzinho Vermelho e Os três porquinhos. Aos poucos percebi que o interesse girava entorno do tão temido Lobo, que ao mesmo tempo que fascina, causa um certo temor, criando assim uma aura de curiosidade.
    A partir dessas observações elaborei o planejamento da semana.

    PROJETO: Quem tem medo do Lobo…
    Objetivos: Ampliar gradativamente as possibilidades de comunicação e expressão, desenvolver a atenção e apreciar a leitura feita pelo professor, estimular a criança a assumir os personagens, familiarizar-se com a escrita por meio do manuseio de livros, desenvolver o brincar e o imaginar.

    Etapas previstas:
    Em roda, a professora relata as atividades que irão desenvolver ao longo da semana. Em seguida a professora relata a seqüência de títulos que serão lidos e coloca os livros no painel.
    1ª atividade: A professora realiza a leitura do livro: Chapeuzinho Vermelho e na roda de conversa pergunta quem tem medo do Lobo e faz questionamentos sobre os personagens. No parque realiza a brincadeira: Vamos passear na floresta enquanto o seu Lobo não vem….
    2ª atividade: A professora realiza a leitura do livro: Chapeuzinho Vermelho e as receitas da vovó, e junto com as crianças escolhem uma receita para fazer na aula de culinária no final da semana.
    3ª atividade: A professora conta a história dos três porquinhos com fantoches e disponibiliza para que as crianças brinquem. É solicitado que cada criança faça um desenho sobre a história no mural coletivo.
    4ª atividade: A professora realiza a leitura do livro Os três Lobinhos e o Porquinho mau. Em roda de conversa as crianças são estimuladas a traçarem um paralelo entre as histórias lidas. Em seguida é sugerido que criem coletivamente uma nova história sobre Lobos, Porquinhos, Chapeuzinho, caçador e vovó. Neste momento o professor tem a função de mediador e escriba, onde posteriormente irá sistematizar este texto e fazer um cartaz para fixar em sala.
    5ª atividade: Realizar a aula de culinária, neste dia cada criança irá levar para casa a cópia da receita para mostrar para a família.

    Carla Aparecida Pereira
    Turma de sábado

  29. marisa rosa teixeira disse:

    Aluna: Marisa Rosa Teixeira – Turma de sábado.

    PROPOSTA CURRICULAR PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL
    TEMA GERADOR: O Diálogo da Criança e do Adulto na Resolução de Problemas.
    FOCO DE OBSERVAÇÃO: O argumento da criança em situação de conflito.
    EIXO NORTEADOR: Sondagens de como elas se relacionam e se expressam em suas brincadeiras.
    PUBLICO ALVO: crianças com idade aproximadamente 03 anos de idade.
    ESPAÇO DE OBSERVAÇÃO: Sala e Parque.
    OBJETIVO GERAL: 1 – por meio de diálogo ocorrido entre as partes as crianças possam estabelecer e ampliar cada vez mais as relações sociais, aprendendo aos poucos a articular seus interesses e pontos de vista com os demais, respeitando a diversidade e desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração;
    2 – Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;
    3 – Estabelecer vínculos afetivos e de troca com adultos e crianças, fortalecendo sua auto-estima e ampliando gradativamente suas possibilidades de comunicação e interação social;
    4 – Estabelecer e ampliar cada vez mais as relações sociais, aprendendo aos poucos a articular seus interesses e pontos de vista com os demais, respeitando a diversidade e desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração;
    OBJETIVO ESPECÍFICO: 1 – Ampliem a confiança e a participação das crianças nas atividades individuais e coletivas;
    2 – Criar situações que possam Incentivar a curiosidade, a exploração, o encantamento, o questionamento, a indagação e o conhecimento das crianças em relação ao mundo físico e social, ao tempo e à natureza;
    DURAÇÃO: Uma Semana
    TEMPO ESTIMADO PARA ORGANIZAÇÃO E REALIZAÇÃO DAS PROPOSTAS: 40 Minutos.
    AVALIAÇÃO: Utilização de múltiplos registros realizados por adultos e crianças (relatórios, fotografias, desenhos, álbuns, portfólio, ficha de avaliação etc.);
    PREPARO DO ESPAÇO: A acessibilidade de espaços, materiais, objetos, brinquedos e instruções para as crianças com deficiência, transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades/ superdotação;
    CRONOGRAMA DE DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES

    SEGUNDA – FEIRA:
    CAMPOS DE EXPERIÊNCIA: 1 – Conhecimento de si, do outro e meio- ambiente.
    CONTEUDO: * Participação e interesse em situações que envolvam a relação com o outro.
    *Participação na realização de pequenas tarefas do cotidiano que envolva ações de cooperação, solidariedade e ajuda na relação com os outros.
    * Perceber que agressões podem provocar danos ou dor em outra criança.
    SUGESTÃO DE ATIVIDADE: JOGOS DE COOPERAÇÃO NA AREA EXTERNA
    EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM: *Reconhecer as pessoas que lhe cuidam e a localizar-se no ambiente.
    * Aprender a lidar com seus sentimentos ajudados pelo professor.
    *Valorizar sobre a importância do outro.

    TERÇA – FEIRA:
    CAMPOS DE EXPERIÊNCIA: 2 – BRINCAR
    CONTEUDO: *Reproduzir situações cotidianas no faz- de- conta com a utilização de objetos.
    *Iniciativa para pedir ajuda nas situações em que isso se fizer necessário
    *Interesse pelas brincadeiras e pela exploração de diferentes brinquedos.
    *Valorização do diálogo como uma forma de lidar com os conflitos.
    SUGESTÃO DE ATIVIDADE: Brincadeira livre no parque
    . EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM: 1 – POR MEIO DO BRINCAR LIVRE: de modo exploratório, as crianças venham aprender alguma coisa sobre situações, pessoas, atitudes e respostas, materiais, propriedades, texturas, estruturas, atributos visuais, auditivos, e também aumentar e enriquecer manifestar sua aprendizagem.

    QUARTA – FEIRA:
    CAMPOS DE EXPERIÊNCIA: 3-. CORPORALIDADE
    SUGESTÃO DE ATIVIDADE: PULAR CORDA E JOGAR BOLA
    CONTEUDO: *Habilidades motoras de saltar com um e dois pés, agachar, girar, e equilibrar-se.
    *Através de músicas, jogos com bola pronunciando o nome e estimulação oral.
    EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM: *Participar de brincadeiras de roda e jogos musicais.
    *Desenvolver uma atitude positiva com relação a seu corpo e a do outro, assim como prazer ao movimentar-se.

    QUINTA – FEIRA:
    CAMPOS DE EXPERIÊNCIA: 4 – VERBAL
    SUGESTÃO DE ATIVIDADE: RODA DE CONVERSA
    CONTEUDO: *Uso da linguagem oral para conversar, brincar, comunicar e expressar desejos, necessidades, opiniões, idéias, preferências e sentimentos e relatar suas vivências nas diversas situações de interação presentes no cotidiano.
    *Participação em situações que envolvam a combinação de algumas regras de convivência em grupo e aquelas referentes ao uso dos materiais e do espaço, quando isso for pertinente.
    *Conhecimento, respeito e utilização de algumas regras elementares de convívio social.
    .*Participação em situações que envolvem a necessidade de explicar e argumentar suas idéias e pontos de vista.
    *Termo de convivência
    EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM:
    *Manifestar opiniões concordar ou discordar da opinião dos outros.

    SEXTA – FEIRA:
    CAMPO DE EXPERIÊNCIA: 5 – MATEMÁTICA
    SUGESTÃO DE ATIVIDADE: JOGOS E BRINCADEIRAS DIRIGIDAS
    CONTEUDO: *Percepções das relações espaciais entre o próprio corpo, objetos e os objetos entre si em situações ligadas ao movimento.
    *Construção da noção de tempo através de conhecimentos prévios e atividades propostas.
    *Identificações nas atividades propostas (brincadeiras, situações problemas, recreação, jogos, tec.) dos espaços, limites, formas fechadas e abertas, etc; em atividades lúdicas.
    EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM: *Participar de brincadeiras cujo desafio seja definir trajetos a partir de pontos de partida e de chegada.
    *Percepções das relações espaciais entre o próprio corpo, objetos e os objetos entre si em situações ligadas ao movimento.
    REFLEXÃO: A escola necessita propiciar desde cedo à criança aprender a não separar o cognitivo do afetivo, concebendo estas duas dimensões como uma unidade dialética. Assim a criança vai tendo a compreensão desde o início da sua escolaridade que aprender é bonito pela própria dificuldade que apresenta, pelo trabalho que demanda. Tem que se aprender viver a tensão entre o prazer e a disciplina no ato de educar, sem que a disciplina de modo algum martirize, sem que o conhecer de modo algum se torne desprazeres, mas nem por isso simplificado, nem por isso lhe seja negado o direito de receber uma educação de qualidade.
    Palavras que aparecem diversas vezes nos texto escrito por Paulo Freire: Pedagogia do Oprimido e Pedagogia da Autonomia. Professor que possui hábitos de investigar é capaz de tornar o seu aluno também um investigador.
    o espaço da escola em especial a sala de aula não é um simples ambiente para que se possa ensinar o aluno, ele é também um espaço laboratorial se explorado de forma correta aguça a curiosidade do aluno.
    O professor que respeita o seu aluno não separa o aprendizado de seu aluno deixando de lado conhecimento de mundo, e sim por meio dialogo ele busca compreender a necessidade de cada individuo e ao prepara sua aula ele busca extrair sua atividades de cenas significativas ocorrida no dia – a- dia dos educandos.
    Sendo assim a investigação temática se faz, assim, um esforço comum de consciência da realidade e de autoconsciência, que a inscreve como ponto de partida do processo educativo, ou da ação cultural de caráter libertador.

  30. Cibele Ribeiro de Barros Morilha - Uninove turma de sábado disse:

    Projeto: Alimentação – Tema: Fruta- Banana
    Objetivo: Que as crianças venham a perceber a importância de termos uma boa alimentação, tão necessário para a saúde das mesmas.
    Faixa etária: Berçário 2 ( 2 anos e 2 anos e meio)

    Desenvolvimento:
    1- Roda de História: A Banana NaNa
    Faremos uma roda com as crianças, onde as mesmas conheceram através da história a importância da banana ( seu plantio e seus benefícios).Livro com figuras grandes e bem coloridas.
    2- Exploração e degustação da banana
    Será oferecido para as crianças manusearem e coerem a banana, em que será estimulado a percepção tátil, visual, gustativa e olfativa.
    3- Roda de Música- Gosto de banana – Patati e Patata
    As crianças ouviram a música primeiramente, após a educadora pedirá para as mesmas expressarem livremente os movimentos corporais, expressando assim também suas emoções.
    4- Desenho livre
    As crianças receberam uma folha de sulfite A4- e giz de cera, onde expressaram sua criatividade e imaginação ao desenharem livremente a banana.
    5- Fantoche da banana
    Cada criança receberá um molde da banana feito em cartolina, para pintarem livremente com tinta a dedo, após seca a pintura a educadora colocará um palito de sorvete atrás, assim as crianças brincaram com a banana e criaram suas próprias histórias, estimulando sua imaginação e criatividade.

    Avaliação: será feita diariamente na participação das crianças nas atividades propostas.Para finalizarmos faremos um mural com as fotos das crianças , mostrando todo o processo do nosso trabalho para os pais e a comunidade.

  31. christiane aparecida caetano erasmo da silva disse:

    Curriculo na Educação Infantil :-
    uma proposta a partir de reflexões em Paulo Freire.
    Christiane Aparecida Caetano Erasmo da Silva

    Esta proposta curricular está pautada na concepção de linguagem como interação, o que possibilita articular as várias áreas do conhecimento, pois considera o ser humano um ser de linguagem, uma vez que esta constitui o sujeito em seu contexto.
    A linguagem não é apenas comunicação ou suporte de pensamento, é principalmente, interação entre os sujeitos, é lugar de negociação de sentidos, de ideologia, de conflito e as condições de produção de um texto ( para que, o que, onde, quem, com quem, quando, como) constituem sentidos, para além de sua matéria formal – palavras, linhas, cores, formas, símbolos.
    A linguagem é construtiva do sujeito, ou seja, faz parte do processo de identidade pessoal e social de cada pessoa, e por isso, a educação precisa considera-la na formação de pessoas que sejam capazes de compreender mais e melhor o mundo, inclusive transformando-o.
    O estudo das linguagens na escola é importante para a ampliação da participação cidadã da criança na sociedade. É com esse pressuposto que esta proposta considera:
    – o brincar com um modo de ser e estar no mundo, levando em conta a função humanizadora da cultura e sua contribuição para a formação da criança;
    É importante entender que o currículo escolar é construção da identidade da criança e espaço de conflito dos interesses da sociedade, o planejamento precisa ser compreendido com processo coletivo e como ferramenta de dialogo.
    Esta proposta curricular tem com objetivo: trabalhar com as estratégias de leitura, no sentido de a criança ir tomando consciência de que o processo de ler prevê seleção, antecipação, inferência e verificação de aspectos que se le.
    O texto a ser trabalhado: a fábula – o urso e as abelhas – esta fabula tem como moral: mais vale suportar um só ferimento em silencia que perder o controle e acabar todo machucado.
    O trabalho será desenvolvido em três momentos, a seguir, representam um modo de ler diferente, se trata de uma espécie de modelagem de estratégias que um leitor proficiente faz para compreender o que le. Um bom começo será acomodar as crianças de forma que se sintam confortáveis.
    Momento A. antes da leitura
    Atividades cujo objetivo é trazer o repertorio do leitor (seus conhecimentos prévios) para a compreensão textual, discutindo elementos contextualizadores do texto: autor, portador, titulo, sumario, capas, assunto / tema, ilustrações.
    1- mostrar a capa e quarta capa do livro em que esta publicada fabula, discutindo suas ilustrações, mostrar também as ilustrações internas. Provavelmente as crianças já irão relaciona-las a historias de seu repertorio.
    2. ao fazer a leitura do titulo, Fábulas de Esopo, é bem possível que muitas crianças explicitem que conhecem fabulas sim, então pedirei, que algumas delas contem as que conhecem. Esta é uma oportunidade de os leitores se aproximarem da leitura.
    3. explicarei as crianças quem foi Esopo, considerado o maior divulgador de fabulas. No entanto, não se sabe nem se ele existiu. Pode ser que algumas crianças lembrem de monteiro lobato, que também escreveu suas versões de algumas fabulas. Incentivarei para que falem a respeito.
    4. em seguida, farei a leitura dos capítulos de algumas fabulas presentes no livro, perguntando se as crianças conhecem algumas delas.

    Momento B. durante a leitura
    Atividades cuja finalidade é apresentar alguns objetivos orientadores do ato de ler, por meio de um levantamento de aspectos que auxiliem a construção dos sentidos do texto: o tema, o gênero textual em suas funções e características, os recursos expressivos utilizados pelo autor.
    Dessa forma o educador poderá estabelecer com as crianças alguns objetivos para antecipar aspectos importantes do texto, por meio de um mapa textual que ajude os leitores, na compreensão global do que vão ler.
    1. antes de realizar a leitura da fabula, em voz alta, para as crianças, pedirei a elas que prestem atenção;
    – em quem participa da historia e com agem;
    – nos três momentos da narrativa;
    – no ensinamento presente na fabula.

    Momento C – depois da leitura
    Atividades cujo objetivos são ampliar as referencias culturais dos leitores, é momento de ensinar a criança a produzir textos em outras linguagens ( desenho, pintura, dramatização, etc.)
    1- discutir a hipótese das crianças levantadas no momento A: confirmaram-se? Totalmente, parcialmente? Não se confirmaram, por que? Não é reduzir ao acertou ou errou, mas valorizar os conhecimentos dos leitores.
    2- conversar com as crianças sobre as personagens da historia: urso e abelhas. Perguntar se sabem qual é uma das comidas prediletas dos ursos, para que percebam que esse é o motivo inicial da discórdia entre o urso e a abelha que o picou primeiro.
    Aproveitarei para retomar o titulo da fabula, o qual confirma o tema da historia. Se as crianças se lembrarem de outras fabulas, vão perceber que , em geral, muitas delas tem como titulo o nome dos animais que são personagens.
    3. discutirei com as crianças como a abelha agiu para defender sua moradia e com o urso agiu sob o comando da raiva. Problematizar a questão, falando também sobre os comportamentos humanos em determinadas situações.
    4- conversarei sobre os três momentos da historia: a ação do urso procurando mel, a picada da abelha e a reação do urso, o ataque maciço das abelhas. Sabemos que o enredo de uma narrativa ficcional tradicional articula-se em torno de uma situação inicial, uma complicação/desiquilibrio e um desfecho.
    5- fazer com as crianças, oralmente, alguns exercícios de substituições de certas palavras ou expressões do texto, para que percebam certos recursos linguísticos usados pelo autor:
    6- propor uma questão para as crianças: se houvesse um dialogo na fabula entre o urso e a abelha, como poderia ser ele? Essa é uma boa oportunidade de discutir as formas de dialogo das narrativas.
    7- explicar para as crianças que a fabula é uma narrativa curta, que faz uma critica a certos comportamentos humanos por meio de personagens que são animais. Nela há sempre uma moral, que pode vir explicita no texto ou não.
    8- ler de novo a moral da fabula, e pedir para que as crianças comentam sobre ela.
    9- solicitar as crianças que dramatizem a cena em que o urso corre para o lago, com as abelhas atacando-o. a expressão corporal é uma importante linguagem humana, especialmente na infancia. Aproveitarei o momento para divertir com as diferentes maneiras por meio das quais as crianças representam o urso em seu desespero par se safar do ataque das abelhas.
    10 – solicitarei as crianças que desenhem esse mesmo momento. É enriquecedor que as crianças possam se expressar a partir de varias e diferentes linguagens.

  32. Resolvi pensar em uma proposta para o Berçário II relacionada ao desfralde, levando em consideração que se trata de um tema relevante e que muitas vezes torna-se traumático para a criança, sem contar a confusão causada muitas vezes por conta da não participação da família neste processo.
    Antes do processo de desfralde, é importante uma reunião de pais, para que estes sejam esclarecidos sobre o trabalho que começara a ser feito e da importância da participação deles para o desenvolvimento dos filhos.
    As atividades iniciais com as crianças estão relacionadas a conversas sobre o tema e a apresentação do banheiro, penicos, vaso sanitário, para que a professora saiba o que a criança já tem de bagagem sobre esse tema, e para que elas se familiarizem com as peças de roupa intimas e com o ambiente do banheiro, além de fazer com que elas se sintam mais seguras.
    Após essas apresentações iniciais, o banheiro deve começar a ser oferecido diariamente, mas não imposto, para que a criança não se sinta insegura e nem obrigada a fazer algo que ainda possa ter medo.
    Aos poucos, conforme as crianças vão aceitando utilizar o banheiro, a professora deverá ir deixando as crianças sem fraldas por alguns momentos, incentivando-os e fazendo com que eles percebam seu corpo e suas vontades.

  33. Cintia Sayuri disse:

    CINTIA SAYURI SATO

    “É preciso que, pelo contrário, desde os começos do processo, vá ficando cada vez mais claro que, embora diferentes entre si, quem forma se forma e re-forma ao formar e quem é formado forma-se e forma ao ser formado. É nesse sentido que ensinar não é transferir conhecimentos, conteúdos nem formar é ação pela qual um sujeito criador dá forma, estilo ou alma a um corpo indeciso e acomodado.” (FREIRE, 2009:23)

    A corporeidade compreende a capacidade do indivíduo sentir e utilizar o corpo como ferramenta de manifestação e interação com o mundo; então, a escola é um ambiente que pode colaborar na constituição da corporeidade. Assim, a corporeidade indica movimento, emoção, corpo, mente e espírito, significando as relações do indivíduo consigo, com os outros e com o mundo. É um processo de construção que acontece ao longo da existência do sujeito.
    Devemos criar no espaço escolar uma educação mediada pela visão de mundo que professores e adultos expressam através de palavras, gestos e modos de ser.

    CONHECENDO O CORPO ATRAVÉS DA DANÇA

    Objetivos:
    • Conhecer, experimentar e explorar elementos da dança.
    • Ampliar o repertório de movimento.
    • Ampliar possibilidades de interação com os outros e com o mundo.
    • Reconhecer e validar os avanços e conquistas de cada criança em seu processo de aprendizagem
    • Favorecer a autonomia da criança na exploração do ambiente e do próprio corpo.
    • Elaborar propostas desafiadoras que levem em conta os conhecimentos prévios e o interesse pela dança.

    Conteúdos:
    • As crianças podem apropriar-se da própria imagem corporal, por meio dos recursos já mencionados, e podem aprender a discriminar e nomera as diferentes partes do próprio corpo e do outro. Podem controlar gradualmente o próprio movimento, ajustando suas habilidades às diferentes situações das quais participa (brincadeiras e atividades cotidianas) e conhecer as potencialidades e limites do próprio corpo. Com isso desenvolvem uma atitude positiva com relação a seu corpo e ao do outro, assim como prazer ao movimentar-se.

    Tempo estimado:
    Um mês

    Turma: Mini Grupo e Infantil I ( de 3 à 4 anos).

    Material necessário:
    Piso de linóleo, CDs de música e aparelho de som, filmadora ou máquina fotográfica, bonecos dobráveis e DVDs de dança contemporânea.

    Desenvolvimento:

    1ª aula
    Organizar uma área livre para dançar. Descalços e concentrados, todos caminham em várias direções, ao som de uma música e mexendo o corpo de muitas maneiras. É essencial olhar nos olhos do colega enquanto andam. Quando a música para, as crianças também param como uma estátua, escolhendo um movimento: baixo (no chão), médio (agachados) ou alto (de pé). Explorar o espaço (em cima, em baixo, para frente, pata trás).

    2ª aula
    Caminhar mexendo cabeça, membros e tronco, brincando com movimentos. Formar duplas, trios e quartetos para que um pesquise o corpo do outro e percebam a diferença dos movimentos só e em conjunto. Que partes se articulam? Cada um escolhe uma posição e monta uma escultura com o corpo do amigo. Dançar criando, imitando e coordenando seus movimentos através dos amigos.

    3ª aula
    Observar áreas vazadas (embaixo da mesa e bambolês, por exemplo) e a criá-las no próprio corpo (pode ser fazendo um vão entre as pernas). Pedir para que os pequenos perfurem espaços (passem por eles) e os preencham com o corpo ou partes dele. Formar grupos para que construam esculturas, escolhendo perfurar ou preencher o espaço. Um grupo constrói a obra e outro observa e nomeia. Depois, trocam-se os papéis. Imitar e criar movimentos com o uso destes materiais.

    4ª aula
    Levar vídeos de dança contemporânea (como os do Grupo Corpo) para a apreciação da sala. E diversas danças regionais. Questionar: o que mais chamou a atenção? Quais movimentos da dança foram identificados? Que formas se criaram com os corpos?

    Avaliação
    Fotografe ou filme as crianças dançando e mostre a elas, pedindo que comentem a experiência. Observe se o repertório de movimento está sendo ampliado e se elas estão explorando os elementos específicos da dança

  34. Cintia disse:

    Trabalhar a identidade ajuda os alunos a perceberem que eles tem uma história de vida, de família e de comunidade e que está em constante transformação. A escola é um universo diferente da família e é importante que a criança construa sua identidade e autonomia, utilizando de recursos. Promover o reconhecimento das diversidades, aceitando-as e respeitando-as, ao mesmo tempo que contribui para a construção da unidade coletiva. Abaixo cito algumas atividades que executei com a turma de berçário maior, onde as crianças desenvolvem a linguagem oral, atenção e coordenação motora

    Atividade com fotos:
    Solicitar o envio de fotos 3×4 aos pais e confeccionar crachás (tamanhos, letras e cores) padrão, esse recurso pode ser utilizado em rodas de chamada com cantigas de roda (Se eu fosse um peixinho e soubesse nadar, eu tirava o … do fundo do mar, por exemplo), e pedir para a criança recolher seu crachá do centro da roda. Outra maneira é espalhar os crachás em um determinado espaço e conforme eles forem pegando pedir que falem o nome de quem está no crachá.

    Atividade do corpo:
    Em papel pardo ou kraft esticado no chão, convidar a criança para deitar-se sobre ele e então fazer o contorno do corpo, quando realizei a atividade realizei a pintura conforme a cor do uniforme do CEI e colei na parede para que o grupo realizasse manuseio sobre o desenho.

    Confecção de cartaz com mãos:
    Em um papel tamanho da cartolina, carimbar as mãos das crianças e escrever o nome em frente a imagem, o mesmo pode ser fixado na parede para que quando solicitado cada um procure a sua mão.

    Confecção de árvore:
    Em um papel pardo, confeccionar uma árvore e colar fotos das crianças com seus familiares, para que se sintam mais seguros no ambiente escolar.

    Caixa decorada:
    Decorar uma caixa e dentro dela fixar em espelho, chamar uma criança por vez e antes dela se olhar falar que há uma linda surpresa na caixa.
    A avaliação das atividades se faz diariamente conforme o interesse, atenção e participação de cada um.
    Algumas atividades podem ser trabalhadas durante o decorrer do ano conforme a necessidade do grupo.

  35. ELIANE MELQUIADES DA SILVA disse:

    ACHEI MUITO LEGAL ESSE TRABALHO COM AS CRIANÇAS, EU FIZ ESSA DINÂMICA EM REUNIÃO COM OS PAIS. PEDI QUE UM POR VEZ OLHASSE DENTRO DA CAIXA SEM QUE O OUTRO VISSE, E PERGUNTEI QUE NOTA ELE DARIA PARA AQUELA PESSOA QUE ESTAVA ALÍ DENTRO? E FALE UM POUCO DELA. A PRIMEIRA REAÇÃO FOI DAR MUITAS RISADAS E DEPOIS CADA UM DAVA A SUA NOTA E FALAVA PQ. FOI MUITO BACANA.

  36. Maria Ileide Araujo Martins Silva disse:

    A minha proposta e propiciar as crianças uma semana de atividades que lhes proporcione ampliar os seus conhecimentos e sua percepção, e conhecimento do seu próprio corpo. conhecendo diversos ritmos danças repertório jogos e brincadeiras.

    Tema:
    música e movimento.
    Faixa etária:
    4 a 6 anos
    objetivos:
    Ampliar possibilidades expressivas do próprio corpo.
    Explorar diversos movimentos.
    Perceber e explorar sensações através da música. Expressar-se com desenvoltura.
    Interagir com os outros.
    Localização espacial.

    Estratégia:
    Andar livremente e com ações dirigidas. brincadeiras de roda de varias regiões, música de ritmos diferentes. ginastica, brincadeiras e jogos. ( amarelinha, pepa -pega, batata -quente, etc.)

    Duração:
    Uma semana.

    Avaliação:
    observação do desenvolvimento da criança, seja quanto ao movimento, a musicalidade, expressão e interação. pontuando no que a criança tem em dificuldade.

  37. S disse:

    Shirley Eugenio
    Turma de sabado
    Tema: Higiene Pessoal
    O tema será abordado de acordo com a necessidade de introduzir desde cedo os hábitos de higiene nas crianças, visando desenvolver o gosto por estar limpo e ter um imagem agradável de sí mesma e para com os outros, conscientizando-as do cuidado com o próprio corpo e do ambiente em que vivem, tanto no âmbito escolar , quanto familiar.
    Faixa etária: 3 anos
    Objetivos:
    Promover e consolidar hábitos de higiene, apresentando a importância de escovar os dentes, tomar banho e trocar de roupas limpas diariamente, manter cuidados com as unhas, orelhas, nariz e cabelos para a manutenção da saúde.
    Atividades:
    1- Roda de conversa: sentar as crianças em roda e falar sobre a importância dos hábitos de higiene para nos mantermos saudáveis.
    2- Teatro com fantoches sobre a escovação dos dentes, e atividade para colorir utilizando giz de cera ou lápis de cor.
    3- Confecção de cartaz: em cartolina e com a participação de todas as crianças, separar embalagens de produtos de higiene pessoal, tais como: sabonete, shanpoo e condicionador, perfume, creme dental, etc, logo após, pedir e auxiliar as crianças para que colem na cartolina, sempre reforçando para que serve cada produto.
    4- Demonstração de como lavar corretamente as mãos, e o passo a passo na hora do banho: no banheiro, (o) ou (a) educadora (o),dará uma explicação e demonstração de como lavar as mãos corretamente e de como proceder durante o banho, utilizando uma banheira e uma boneca, bem como todos os demais itens de higiene pessoal. Em seguida, em sala, as crianças irão colorir com lápis de cor, ilustrações de crianças lavando as mãos e tomando banho, e depois colarão algodão no desenho da espuma.
    5- Cuidados com a imagem pessoal – salão de beleza: a atividade terá início a partir do reconhecimento das crianças de sua própria imagem no espelho, em seguida, elas serão penteadas, maquiadas, perfumadas e arrumadas com roupas limpas para que se percebam com ima imagem mais agradável, compreendendo dessa forma, a necessidade de tais cuidados.
    Avaliação:
    Deve ser realizada por meio de observação contínua e registro, considerando o que as crianças apreendem dos conceitos trabalhados por meio de sua participação na aula e an realização das atividades propostas.

  38. Marli de Jesus Monteiro – turma de sábado RA: 612200785
    Currículo para a Educação Infantil
    Surge uma nova concepção de ambiente de educação e cuidados que são sinais de fundamental importância do espaço, anteriormente direcionado somente aos cuidados para com as crianças e foi atribuído um papel educativo complementar junto ás famílias.
    Os objetivos nos eixos do currículo da Educação Infantil de 0 a 5 anos são: formação pessoal e social e conhecimento do mundo, que contribuirá para prática e vivência pedagógicas plenas de êxito e alegria, com aprendizagem satisfatória e significativa das crianças.
    Durante um período, as instituições passaram a ser passadas e reivindicadas como lugar de educação e cuidados coletivos das crianças de zero a seis anos de idade.
    O reconhecimento social politicamente desses direitos manifestados pelos movimentos populares e por grupos organizados da sociedade civil. A constituição de 1988 (art. 208, e inciso IV), pela primeira vez na história do Brasil, definiu o direito das crianças de zero a seis anos de idade é dever do estado o atendimento á infância.
    Pois a concepção educacional era marcada por característica assistencialista, sem considerar as questões de cidadania ligadas aos ideais de liberdade e igualdade.
    Modificar essa concepção de educação assistencialista, envolve principalmente, assumir as especificidade da Educação Infantil e rever concepções sobre a infância.
    As ações desenvolvidas na Educação Infantil são fundamentadas numa concepção interdisciplinar e totalizadora. As ações desenvolvidas fundamentam-se nos seguintes princípios:
    1) Educação ativa e relacionada com os interesses, necessidades e potencialidades da criança;
    2) Ênfase na aprendizagem através da resolução de problemas;
    3) Ação educativa ligada á vida e não entendida como preparação para a vida;
    4) Incentivo da solidariedade e não da concorrência.
    A infância é constituída por um sucessão de etapas, cada uma delas prepara para a seguinte e os limites entre uma e outra não são nítidos nem precisos em relação a idade cronológica; funcionam de maneira global e indissociável.
    Aprender a conviver e relacionar-se com pessoas que possuem habilidades e competências diferentes, expressões culturais e sociais são condições necessárias para o desenvolvimento de valores éticos, dentro dos preceitos básicos pedagógicos a estrutura curricular se apóia nos eixos norteadores, que orientam a base educacional que são:
    _ identidade e autonomia;
    _ conhecimento de mundo;
    _ movimento;
    _ artes visuais;
    _ música;
    _ linguagem oral e escrita;
    _ natureza e sociedade,
    _ pensamentos lógico-matemático.
    A prática pedagógica na Educação Infantil deve estar aberta à vivência e experimentação; ao concreto; ao ensino globalizado; a participação ativa da criança; à magia, a ludicidade, ao movimento, ao afeto: processos que levam as crianças a exercitarem a criatividade.

    Planejamento MG1 (3 anos)
    Mês- abril
    Identidade e autonomia:
    _ socialização/ combinados;
    _ Regras de convivência.
    Movimento:
    _ Expressão de sensações e ritmos corporais por meio de gestos e postura.

    Música:
    _ Exploração, expressão e produção do silêncio e de sons.
    Artes Visuais:
    _ Exploração e manipulação de materiais diferenciados.
    Linguagem Oral e Escrita:
    _ Uso da linguagem oral na comunicação. Expressão de sensações através da linguagem.
    Natureza e Sociedade:
    _ Meio ambiente: natureza;
    _ Tradições culturais.
    Matemática:
    _ Noções de quantidade;
    _ Contagem oral.

  39. Relato de uma prática na Educação Infantil – Projeto “Cheiro e Sabor” com crianças de 2 e 3 anos – 2011

    • O inicio → tudo começou com a observação de que algumas crianças do grupo de 3 anos rejeitavam sistematicamente os alimentos oferecidos nos momentos de refeição.
    Como diz Paulo Freire, “ a curiosidade é uma propriedade do sujeito”, então, quando as crianças nos apresentam situações da vida cotidiana nós como educadores, aguçamos sua curiosidade, pois se a curiosidade é própria do sujeito, imagine isso na Educação Infantil, que é quando o individuo se sente mais livre e disposto a conhecer, experimentar, sorrir, pular, voar… Eu como professora, não consigo dissociar Paulo Freire da Educação Infantil.

    • A pesquisa → Conhecer as famílias e seus hábitos alimentares. Foi feito um levantamento junto com as famílias, através de pesquisas enviadas, com essas pesquisas, tínhamos o objetivo de conhecer os hábitos alimentares e a vivencia dos pais em sua infância com relação a alimentação.
    Como nos diz Paulo Freire: “o professor precisa se mover com clareza no desenvolvimento de sua pratica docente”, então, junto com seus familiares, eles começaram a aprender o que são alimentos e nutrientes.

    • A proposta → A partir dessas pesquisas e de momentos de observação, foram oferecidos às crianças, diversas vivências para que pudessem conhecer novos sabores e aromas de frutas, temperos e ervas.
    Penso como Paulo Freire, para aprender os conteúdos, precisamos matar a curiosidade dos alunos, propondo desafios e problematizando.

    • Relato de pratica → A aluna Sophia quando ia ao mercado com sua mãe corria para a bancada de frutas e pedia que a mãe que levasse as frutas que gostava: melancia, goiaba e melão. A mãe nos contou contente.
    Há na Sophia as capacidades criticas epistemológica de construir conhecimentos através da prática, é necessário que outros educadores deem continuidade neste trabalho valorizando o significado que isso tem para ela, para que ela prossiga como um ser instigado, critica e curioso, com um espirito investigativo.

    • Ações → Para saber mais sobre os alimentos, e planejar melhor as ações com as crianças, foram feitos estudos e pesquisas sobre as características nutricionais, especialmente das frutas.
    Paulo Freire novos saberes: “no novo mundo não deixar a constatação não me levar a impotência”. Somos capazes de intervir na realidade dessas crianças.

    • As experiências das crianças → Conhecer novos aromas e texturas, descobertas dos cheiros e sabores de frutas dos mais diversos tipos, conhecidas e desconhecidas pelas crianças, que puderam observa-las inicialmente inteiras e sentir a textura da casca e perceber suas cores, pensar, falar, escolher, comer, sentir, apoiar o corpo para mover-se, comunicar, interligar, comparar, optar, romper, decidir, romper, decidir, brincar, falar dos seus sonhos, cheirar, pegar, tornar-se capaz, se apoderar da sua participação como sujeito, se tornar uma presença no mundo que interage com os outros historicamente e fazendo parte de suas problemáticas e revoluções, tudo isso, com consciência de experiências anteriores.
    • Conclusão → A criança é única, na Educação Infantil ela contrai saberes grupais, mas preservamos sua individualidade. Ao incorporar conhecimentos, ela incorpora individualmente, atribuindo seu próprio significado. Na distribuição dos brinquedos nos espaços, elas já fazem suas escolhas, decidindo com quem quer dividir espaços, brincadeiras e brinquedos. Mesmo na simplicidade da infância, ela trabalha sua solidariedade e suas capacidades.
    Nesta primeira infância, o conhecimento é construído de forma integrada e interativa entre família, escola e sociedade, para que eles possam interferir futuramente como sujeitos críticos, fazendo suas escolhas.
    Penso que o “cheiro e sabor” teve significado para a Sophia, mas o resultado de dá quando ela entra no mercado, corre para a bancada de frutas e tem sua vontade respeitada por sua mãe, que dá continuidade ao trabalho para essa criança que está no exercício de sua autonomia. Penso que há uma grande contribuição de Paulo Freire na Educação Infantil.

  40. RELATO DE PRATICA
    O ESPELHO
    objetivo:
    faixa etária: de 02 a 03 anos
    No P.E.A o grupo decidiu trabalharmos uma semana a identidade das crianças atráves das imagens no espelho da sala, preparamos as mudanças dos objetos que já tínhamos na sala que era o espelho.
    na entrada das crianças pela manhã já havíamos cobrido o espelho com papel pardo.
    desenvolvimento: ativida
    de sugerida a partir da curiosidade da coberta do espelho, as mesmas descobriram que não podiam rasgar ficou uma semana e eles ficaram muito curioso e conversavam entre eles um começou a rasgar e todos os dias um amigo rasgava um pedaço e era aquele deslumbre como se fosse algo diferente que tivesse coberto, e na sexta feira foi retirado todo papel com ajuda da professora, na qual foi aquela supressa todos queriam ficar na frente do espelho se olhando.

  41. Aurelina Vidal disse:

    PLANO DE AÇÃO

    TEMA: Linguagem Corporal: Expressão de Corpo e Comunicação

    JUSTIFICATIVA: Movimento é vida e vida é movimento. Para a criança o movimento é a primeira linguagem. Ela toma consciência do mundo de diferentes maneiras em cada etapa do seu desenvolvimento. As transformações que ocorrem em seu pensamento se dão simultaneamente ao desenvolvimento da linguagem e de suas capacidades de expressão.
    A linguagem corporal permite a criança pequena construir conhecimentos práticos sobre seu entorno, relacionados à sua capacidade de perceber as coisas, de movimentar-se nos espaços e manipular objetos.
    É importante entender que o movimento está ligado à comunicação para desenvolver o pensamento.

    PÚBLICO ALVO: Alunos da turma BI A/B

    OBJETIVO: Oportunizar a criança a familiarizar-se com a imagem do próprio corpo, explorando gestos, movimentos, posturas e ritmos para expressar-se com a brincadeira, com o jogo e com o outro.

    CONTEÚDO: Música (O ônibus); expressão corporal; movimento.

    METODOLOGIA/ESTRATÉGIA:
    – Roda de conversa em espaços diferenciados (sala, solário. parque, refeitório);
    – Observação da figura/desenho de ônibus;
    – Apresentação da letra da música;
    – Apresentação do brinquedo (ônibus);
    – Painel;
    – Colagem;
    – Pintura.

    MATERIAIS:
    – Aparelho de som, CD, DVD;
    – Revistas;
    – Papel Sulfite;
    – Giz de cera;
    – Tinta;
    – Cartolina;
    – Papel Craft;
    – Brinquedo (ônibus).

    DESENVOLVIMENTO:

    ATIVIDADE 1 – Apresentação da Música

    Na sala de aula sentar no chão com as crianças. Apresentar a música. Falar a letra pausadamente, em seguida cantar fazendo gestos. Todos em pé, ouvir o CD, acompanhar a música cantando-a, fazendo gestos e movimentos. Sentar novamente com os alunos, mostrar e deixar os alunos manusearem figuras de ônibus, depois fazer uma colagem coletiva.

    ATIVIDADE 2 – Apresentação do material e montagem do painel

    No refeitório, sentar as crianças à mesa. Apresentar os materiais que serão utilizados para montar o painel na parede ( papel craft, canetas hidrográficas, cola e figuras de ônibus). Retornar à sala, montar e afixar o painel na parede, contendo também a letra da música. Ler, pausadamente, a letra da música para as crianças.

    ATIVIDADE 3 – Brincar com a música

    Na sala, sentar com as crianças no chão.Explicar a atividade. Cantar a música. Todos em pé, ouvir o CD e movimentar-se seguindo a comanda com gestos. Fazer novamente a roda de conversa, mostrar desenhos de ônibus, depois distribuí-lo para pintarem com guache. Expor as pinturas no varal da sala.

    ATIVIDADE 4 – Recortes e Colagem

    No solário, sentar com as crianças no chão, cantar a música, depois distribuir revistas, pedir para procurar figuras de ônibus. Recortar e fazer colagem individual.

    ATIVIDADE 5 – Manuseio de brinquedos

    No parque, sentar com as crianças em tapetes, cantar a música, depois apresentar os brinquedos (ônibus) e deixar as crianças manuseá-los. Retornar à sala, convidar as crianças para brinca com a música.

    AVALIAÇÃO

    Será realizada através de observação e registros das ações e desenvolvimento das crianças, individual e coletivamente.
    É importante desenvolver atividades com música, pois a mesma aproxima professor e aluno, criando elo de afetividade que envolve amorosidade, sem a qual, segundo Paulo Freire, não é possível dialogar, ensinar, aprender e cumprir, com êxito, a tarefa de professor.

    Educação Infantil: Pedagogia Freireana
    Turma: Aos Sábados

  42. Sequencia didática: Do meu nariz cuido eu
    Turma: Mini Grupo II
    Objetivo: Estimular cada criança a perceber-se, identificar possibilidades de cuidados consigo e com o próximo e aprender a reconhecer-se.
    Desenvolvimento:
    2ª feira:
    • Roda de conversa sobre o rosto, suas características, o que temos em comum e o que temos de diferente – com o foco de perceber-se, apontar semelhanças e diferenças, identificar e nomear partes do rosto;
    • Atividade: Espelho, espelho meu… – atividade proposta para sensibilização de si, visualização de suas características e comparação das mesmas pelas crianças;
    • Roda de música: Com canções que elucidam o tema.
    3ª feira:
    • Roda de conversa: Apresentação do amigo Espirrinho – um porta papel higiênico feito de garrafa pet, caracterizado o corpo, que ficará ao lado do espelho, ao livre acesso das crianças para utilização conforme a necessidade;
    • Atividade: Eu conheço um jacaré. – pela atividade de comando, promover a interação entre as crianças, o posicionamento e nomeação dos órgãos do corpo;
    • Contação de história:
    4ª feira:
    • Roda de conversa: O que faço ao tossir, falar ou espirrar. – levantamento de hipóteses e modos de como agir nas situações descritas acima.
    • Atividade: Autorretrato. – com o auxílio de pequenos espelhos, cada criança realiza o registro de seu próprio corpo, dando enfoque para o rosto.
    • Roda de música: Se eu tossir ou espirrar… – músicas que reforçam os bons modos ao tossir, espirrar e falar.
    5ª feira:
    • Roda de conversa: Porque do meu “nariz” cuido eu? – responsabilidades e cuidados com o corpo, pertences pessoais e coletivos.
    • Atividade: Cabeça, ombro, joelho e pé. – reforçando a ideia de esquema corporal das crianças.
    6ª feira:
    Roda de história: Tira o dedo do nariz – J. J. Letria
    Por vezes a distracção
    não permite que repares
    no que fazes de errado
    se estás em certos lugares.
    Anda a mão a passear
    sem ouvir o que se diz
    e de repente está o dedo
    enfiado no nariz.
    Esse gesto, além de feio,
    nada tem de asseado;
    seja qual for o dedo,
    é melhor estar sossegado.
    O nariz não é abrigo
    em que o dedo deva estar
    e se fores seu amigo
    bem o deves controlar.
    E para veres a figura
    que às vezes estás a fazer
    repara nos condutores
    que modos não sabem ter.
    Lá estão eles nos sinais
    à espera que o verde caia,
    à procura de um “presente”
    que do seu nariz lhes saia.
    • Atividade: confecção de um boneco para a sensibilização constante da turma com o tema.

    Avaliação da sequencia didática: Sistemática e contínua, através de observação e registros escritos e fotográficos, e a finalização do tema com a confecção do boneco da turma.

  43. ivanete felisardo dos santos kerges disse:

    Reflexão:O dialogo e saber escutar como meio de interação e o favorecimento do desenvolvimento da criança

    • ivanete felisardo dos santos kerges disse:

      Atividades para Berçário II

      Acolhimento:Rebemos as crianças com:seg:monta monta;ter:cadeirinhas com brinquedos diversos;quar:livros infantis;qui:blocos

      lógicos de madeira;sex:bonecas com paninhos.

      Roda de conversa:
      seg:como passaram o final de semana,quem passeou ou fez algo de diferente
      ter:amizade como devemos trata-los
      quar:palavras mágicas por favor,tudo bem ,como vai,pois não e dá licença
      qui:respeito como devemos tratar os amigos e as pessoas
      sex:sobre os animais de estimação

      SEGUNDA-FEIRA
      Expectativa de exploração:Linguagem verbal
      Orientações Didáticas:mala de histórias
      Objetivo:Ampliar o vocabulário,estimular a comunicação,desenvolver a atenção e concentração
      Desenvolvimento:Trazer para a sala a mala de histórias sempre com uma história diferente depois de lida podemos brincar com

      os personagens ,utilizando fantasias,fantoches ou até máscaras ou somente promover o manuseio do livro lido.
      Reflexão:A importância de trabalhar o dialogo inserindo a criança no mundo social e na construção de saberes
      TERÇA-FEIRA
      Expectativa de exploração:linguagem corporal
      Orientações Didáticas:Meu corpo
      Objetivo:Desenvolver coordenação motora,equilíbrio e a agilidade ,ampliar o controle dos movimentos no espaço
      Desenvolvimento:Para auxiliar a criança que aprenda a identificar o seu próprio corpo,podemos explorar diversos ritmos

      corporais e varias brincadeiras que contribuem em situações de interação,podemos pedir para locomover nos espaços

      andando,correndo,pulando
      Reflexão:Como o corpo se expressa através gestos e movimentos suas idéias,pensamentos,sentimentos e emoções
      QUARTA-FEIRA
      Expectativa de exploração:Conhecimento matemático
      Orientações didáticas:jogos de pinos
      Objetivo:Desenvolver o raciocínio lógico matemático,trabalhar quantidades,respeitar regras a desenvolver a memória
      Desenvolvimento:Com os pinos no chão e a bola na mão de outra criança os amigos teram que aguardar a vez,e perguntado a eles

      quando a criança joga a bola quantos pinos ficaram em pé,quantos caíram,quem acertou mais estabelecendo aproximações e

      algumas noções de quantidade
      Reflexão:A criança precisa ter oportunidades e experiências variadas onde ela possa explorar,levantar hipóteses,solucionando pequenos desafios do dia dia
      QUINTA-FEIRA
      Expectativa de exploração:Natureza e sociedade
      Orientações Didáticas:família
      Objetivo:Descobrir os diferentes tipos de família
      Desenvolvimento:Através de imagens simbolizando a imagem da família,como mãe,pai,avós,tios ou responsáveis pela criança

      tentamos mostrar para a criança a importância de ter alguem que cuide deles dão carinho,amor,respeito e a convivência com

      eles como contruibuem para desenvolverem fora do espaço escolar.
      Reflexão:As crianças através do meio social e natural passam a ter consciência do mundo a sua volta
      SEXTA-FEIRA
      Expectativa de exploração:Linguagem artistíca
      Orientações didáticas:Massa de biscuit
      Objetivo:Desenvolver a criatividade,a coordenação motora
      Desenvolvimento:Junto com as crianças mostramos os ingredientes passo a passo que são utilizados para fazer a massa depois

      explicamos que teram que aguardar porque a mistura dos ingredientes irá ao fogo,depois de fria eles manuseam de acordo com

      sua criatividade
      Reflexão:A finalidade é promover situações de trabalho com diversos tipos de materias despertando o cuidado e a valorização do processo de produção e criação

      Reflexão GERAL:Para contribuir com o desenvolvimento da criança precisamos ter concepções norteadoras de trabalho,usar estratégias

      e ações em relação a esse desenvolvimento. Com os espaços organizados temos um ambiente mais aconhegante e menos estressante

      para a chegada das crianças.
      O dialogo e saber escutar como meio de interação é um dos fatores que contibuiem para o desenvolvimento da criança tem que

      estar em prática diariamente,essa organização dos saberes,valores e práticas possibilitam o cuidar e o educar.

  44. Rosilaine Moraes Alves disse:

    1ª Sequência didática
    Contação de história: “A Margarida Friorenta”
    Dialogamos sobre a historia enfatizamos o cuidado e o carinho que a Ana Maria teve com a plantinha
    2ª Sequência didática
    Apreciação da obra de Romero Britto:
    Fizemos um pequeno relato sobre pintor e apreciamos a sua obra “A Flor e a Borboleta”
    3ª Sequência didática
    Arte com Romero Britto: atividades com diferentes materiais para colagem e pintura:
    4ª Sequência didática
    Experiência do feijãozinho: Como nasce uma plantinha?
    Roda de conversa: Formulação de hipóteses
    5ª Sequência didática
    Observação – hipóteses – conclusão final sobre o feijãozinho
    O prato preferido do brasileiro não é feito só de sabor e aroma. Está também repleto de benefícios para a saúde. Além de ser um dos alimentos básicos da população, o feijão é também um dos mais importantes fornecedores de proteína. Até mesmo as substâncias presentes no feijão que já foram consideradas nocivas estão sendo submetidas a novos testes e passaram a ser vistas como benéficas. Descobriu-se, por exemplo, que o próprio cozimento dos grãos reduz consideravelmente tais substâncias, aumentando a digestibilidade do alimento em até 20%.
    Há estudos científicos que indicam uma relação positiva entre a ingestão diária de feijão e a melhora da expectativa de vida. Entre os aspectos evidenciados estão à diminuição da obesidade, do diabetes, a prevenção contra a anemia e até mesmo contra o câncer. E além de tudo isso, o feijão é também considerado um alimento funcional. Em linhas gerais isto significa que, além de fornecer determinadas substâncias importantes como proteínas e vitaminas, o feijão pode colaborar para um melhor funcionamento do organismo através de seus compostos bioativos.
    Composição básica do feijão:
    20% de proteínas
    60% carboidratos
    1,5% de lipídeos
    Vitaminas, minerais e substâncias funcionais diversas.
    6ª Sequência didática
    Roda da história: Leitura do livro “Binho e Pipa
    Binho vive bem no meio da floresta tropical, totalmente sozinho – até que, num dia especial, ele encontra Pipa, que se torna sua melhor amiga. Então, certo dia, surge uma grande tempestade e uma coisa terrível acontece…Binho encontra Pipa é uma história delicada a respeito da amizade da responsabilidade, a historia relata também o que a plantinha necessita para se manter viva.
    Aviso enviado para os pais
    ESTAMOS INICIANDO O PROJETO “HORTA” QUE SE CARACTERIZA POR SER UMA ATIVIDADE CONTINUADA, PORTANTO, O ANO TODO. UMA DAS ATIVIDADES E A PLANTAÇÃO DE FLORES. IREMOS FAZER UM JARDIM SUSPENSO, PARA ISTO É NECESSÁRIO QUE VOCÊS PROVIDENCIEM UMA GARRAFA PET, LIMPA E CORTADA AO MEIO, CONFORME A ILUSTRAÇÃO ABAIXO, POIS CADA CRIANÇA IRÁ PLANTAR UMA SEMENTE DE GIRASSOL E ESTA DEVERÁ OBSERVAR E CUIDAR DE SUA PLANTINHA.
    7ª Sequência didática
    Pintura da garrafa “pet”
    8ª Sequência didática
    Roda da história: Leitura do livro “João e o pé feijão” – Sylvia Orthof
    Reprodução da história
    Na roda conversamos sobre o nascimento do feijão (vagem)
    9ª Sequência didática
    Jardim suspenso
    Na roda a turminha manipulou os materiais (terra, pedrinha de argila e sementes) que iriamos utilizar e observou os procedimentos para o plantio. Após cada criança plantou a sua sementinha.
    10ª Sequência didática
    Produção de texto coletivo
    Na roda a turminha produziu um texto, a partir de uma historinha em sequência.
    Professora: “Era uma vez um feijãozinho …”
    Edjane: “Que tava dormino”
    Estevão: “dormino no deserto”
    Davi: “na praia”
    Professora: “O que aconteceu?
    Halley: “O feijãozinho acordo”
    Gyovanna: “Acordo e cresceu”
    Edjane: “Ele tá cresceno”
    Alicia: “Cresceu”
    Ricardo: “Veio o sol”
    Estevão: “Ele fico feliz”
    Marina: “O feijãozinho cresceu”
    Estevão: “Cresceu até a nuvem”
    Gyovanna: “Cresceu bem grande”
    Alicia: “E acabo”
    Projeto Leitura
    Estamos enviando um livrinho com a história da sementinha.
    Este livrinho é uma grande ferramenta para desenvolver a capacidade comunicativa da criança, procure explorá-lo perguntando o que esta acontecendo a cada página. Além de a família estar desenvolvendo a oralidade da criança, permite também que faça parte do cotidiano escolar.
    Aproveite e bom divertimento!
    11ª Sequência didática
    Roda da novidade
    Na roda a turminha manipulou e conversou sobre o pezinho de feijão trazido pela Gyovanna.
    12ª Sequência didática
    Roda de história: Leitura do livro “Joãozinho e o pé de feijão”
    Num primeiro momento apresentamos a capa do livro e falamos sobre a autora. Após convidamos a turminha para compartilhar o momento da sua leitura. Trabalhamos com ênfase na oralidade, a fim de estimular a compreensão das ideias contidas na história. Houve questionamentos sobre a experiência que realizamos com os feijõezinhos:
    “- Na história, a mãe de João jogou as sementes na terra e no dia seguinte o pé de feijão apareceu. E aqui na escola, como é que foi ?”
    Com este questionamento observamos que na historinha os feijões eram mágicos. Por isso cresceram rápidos e atingiram as nuvens.
    Este conto proporcionou momentos de magia. A turminha demonstrou um encantamento nos seus olhares e expressões.
    Receita enviada aos pais
    Relembramos o conto “Joãozinho e o pé de feijão, enfatizamos na história a mãe de Joãozinho e o preparo do caldinho de feijão”. Mostramos e lemos uma receita que a mamãe poderia fazer em casa.
    13ª Sequência didática
    Pesquisa de campo: apreciando e conhecendo o local que será implantado a horta
    14ª Sequência didática
    Dramatização da sementinha
    A Sementinha
    (Newton Heliton/ Tereza Cristina)
    Eu era uma sementinha
    E fui plantada em um jardim
    Com o tempo fui crescendo
    E fiquei tão bonita assim
    Trá lá lá lá lá lá
    Trá lá lá lá lá lá
    Preciso de muita água
    Preciso também do sol
    Assim eu pude crescer
    E ficar tão bonita assim
    Trá lá lá lá lá lá
    Trá lá lá lá lá lá
    Projeto Horta: “MÃOZINHAS UNIDAS PARA O BEM”
    Iniciamos o plantio das sementinhas de girassol. Estamos cuidando das nossas plantinhas com todo carinho. Logo a nossa escola estará mais alegre e bonita, cheia de flores.
    “No jardim da vida, a Educação é um dos principais nutrientes. Quando cultivada com dedicação os resultados são as belas flores.”
    15ª Sequência didática
    Observação do jardim suspenso
    Na roda de conversa dialogamos sobre os cuidados que devemos ter com a nossa plantinha. A Gyovanna, o Halley, o Estevão, o Alan, a Alicia, a Edjane e o Kaio, comentaram que as suas plantinhas nasceram e estavam grandona. As crianças foram ao solário e algumas abraçaram sua plantinha.
    16ª Sequência didática
    Degustação da semente de girassol
    Dialogamos sobre as sementes de girassol, “como é importante consumi-la para nossa saúde”, degustamos as sementes descascadas e as crianças comentaram que era muito gostoso o seu sabor.
    Está à procura de um petisco saudável?
    Desfrute de uma mão cheia de sementes de girassol com o
    seu suave sabor a noz e a sua textura firme mas
    tenra para diminuir a fome e prosperar em nutrição
    ao mesmo tempo.
    O girassol é uma bela flor que contém sementes preciosas que ajudam o organismo na prevenção de várias doenças.
    O uso contínuo da semente de girassol faz muito bem, pois diminui o colesterol. O girassol evita doenças cardiovasculares, fornece vitaminas do complexo B, D e E, também é rica em minerais como potássio, fósforo, ferro, zinco e magnésio.
    A semente de girassol é benéfica para os intestinos, pela quantidade de fibras que tem, também fornece o cálcio e fortalece ossos e dentes.
    Outra ação favorável da semente de girassol é a colaboração com dietas de emagrecimento, pelo seu teor de proteínas que aumentam a saciedade, e assim diminuindo a fome.
    O girassol ajuda no combate ao envelhecimento da pele, unhas e cabelos, por ter o ácido linoleico e a vitamina E.
    Além de todos esses benefícios a semente de girassol favorece as funções do sistema nervoso, ajudando a acabar com estresse, desânimo e insônia.
    Dicas de consumo da semente de girassol
    * Segundo especialistas, 30 g suprem as necessidades diárias.
    * O uso das sementes trituradas em saladas, farofas, tortas, bolos e pães,
    é uma boa alternativa.
    * Usar o óleo de girassol no preparo dos pratos, também é uma forma
    de obter benefícios

    Recado enviado para as mães
    PROJETO: HORTA
    Prezado Pais
    Nesta semana trabalharemos o nascimento das plantinhas e faremos relação com o nascimento das crianças. Estaremos montando um painel na nossa sala e necessitamos que enviem uma foto da mamãe.
    17ª Sequência didática
    Roda da história: Leitura do livro “O Macaco Danado”
    O macaco danado, de Julia Donaldson
    A borboleta e o macaquinho saem em busca da mamãe macaca. Ela tem uma cauda elegante, mas não é uma cobra; tem pernas compridas, mas não é uma aranha; vive saltando, mas não é sapo. ‘O macaco danado’ mostra que muitas vezes a descrição de parte de um todo pode remeter a outro todo completamente diferente. Principalmente em se tratando de macacos, borboletas e seus respectivos filhotes – a maior dificuldade da borboleta está em entender que a mãe do macaco é parecida com ele, pois o filhote de borboleta, a lagarta, não se parece com a borboleta adulta.
    Na roda conversamos sobre a semelhança que temos com nossos pais. Aproveitamos as fotos que trouxeram para esta atividade, cada criança apresentou a sua mãe para o grupo.
    Reprodução da história:
    18ª Sequência didática
    Roda da novidade
    Aproveitando a curiosidade da turminha por diferentes tipos de sementes, pedimos a colaboração das senhoras que preparam a merenda que separassem caroços de abacate, com objetivo de expô-los na roda de conversa com a nossa turminha e neste dia nos entregaram um prato cheio de caroços, e isto aguçou a curiosidade das crianças. Na sala de aula adaptamos a nossa aula para esta novidade:
    a- Primeiro momento: Indagamos o que poderiam ser estes objetos dentro do prato? Logo as crianças deram as hipóteses; muitos falaram que eram pedras e outros ovos.
    b- Segundo momento: A turminha manuseio os caroços (apertaram, cheiraram, rolaram e etc..) e surgiram outras hipóteses: – “Parece uma cebola” (Kaio), – “É um ovo, estou vendo uma cobra dentro” (Estevão), – “Ele é fedido” (Halley), – “Ele é duro” (Gyovanna).
    c- Terceiro momento: Apresentamos para a turminha a fruta e de onde vem o objeto que observaram.
    Indagamos com a turminha “- Se aquele objeto vem de dentro de uma fruta, então ele é uma semente” As crianças ficaram surpresa pelo seu tamanho “ – Que grandona!!!” disse o Davi. Continuamos indagando a turminha “ – Se nos temos uma semente de abacate e plantamos o que vai nascer?” , “Vai nascer o feijãozinho!!!” disse a Gyovanna. Retomamos então a história do Macaco Danado sobre semelhança com pais, e utilizamos o mesmo embasamento para a sementinha, voltamos com o mesmo questionamento – “Se é uma semente de abacate vai nascer … – “abacate” respondeu a turminha .
    d- Quarto momento: Cortamos o abacate no meio para que as crianças pudessem observá-lo por dentro.
    e- Quinto momento: Aproveitamos para conversar sobre como a fruta guarda a sementinha dentro dela e relacionamos com a mamãe grávida, mostramos algumas fotos que eles trouxeram.
    19ª Sequência didática
    Roda de música: “CD Arca de Noé”
    Fizemos um rápido comentário sobre “Vinícius de Moares” e colocamos o CD para apreciarmos a música “A casa”, cantamos junto com a música e após comentamos sobre a letra, relacionando com a nossa primeira moradia “A Barriga da Mamãe”, ou seja uma casa totalmente diferente, onde nos somos guardados e bem cuidado por nossas mães. Após mostramos o nosso cartaz com a letra da música e cada criança colou a foto da sua mãe.
    Texto poético enviado para as mães
    A horta – Rubem Alves
    “Horta se parece com filho. Vai acontecendo aos poucos, a gente vai se alegrando a cada momento, cada momento é hora de colheita. Tanto o filho quanto a horta nascem de semeaduras. Semente, sêmen: a coisinha é colocada dentro, seja da mãe/mulher, seja da mãe/terra, e a gente fica esperando, pra ver se o milagre ocorreu, se a vida aconteceu. E quando germina – seja criança, seja planta – é uma sensação de euforia, de fertilidade, de vitalidade. Tenho vida dentro de mim! E a gente se sente um semideus, pelo poder de gerar, pela capacidade de despertar o cio da terra.”

  45. Rosilaine Moraes Alves disse:

    Como abordar a atividade:

    O planejamento de implantar a horta na escola deverá ser feita de modo que os alunos acompanhem todas as etapas do cultivo, participando diretamente de cada uma delas. A cada semestre escolheremos uma verdura, legume ou hortaliça para ser cultivada, mas, antes que as crianças comecem a ter contato com a terra e as sementes; nos educadoras procuraremos envolvê-las em atividade lúdica que desencadeie a questão do cultivo.

    Iniciaremos o projeto por meio de contações de histórias e das atividades artísticas, onde propiciaremos oportunidades para que as crianças possam ampliar sua sensibilidade, percepção, reflexão e imaginação do mundo que as cercam.

    Currículo na educação infantil:

    Desenvolver atividades lúdicas e significativas procurando despertar o olhar da criança para as questões ecológicas, procurando promover a participação da família e da comunidade na vida escolar dos pequenos, além de estimular os adultos para a consciência ambiental.
    O trabalho será realizado com manipulação e experimentação de diversos meios e suportes, criando com as crianças diferentes vivências linguísticas, científicas e artísticas.
    O processo de criação deverá envolver o corpo e seus sentidos, de modo criativo e poético.

  46. Proposta curricular: uso do calendário (faixa etária 5 anos)
    Objetivo: Estabelecer no dia a dia da criança, de acordo com a rotina escolar, uma relação de tempo e espaço que tenha uma função social, ou seja, de acordo com sua realidade através do uso do calendário
    Currículo: cada criança recebe mensalmente um calendário onde deverá completar (pintar) os dias que transcorrem, observando a professora que também o faz num calendário grande exposto na parece da sala, a professora mostra qual dia da semana estão para que a criança compreenda (de acordo com a linha do tempo) qual são as atividades a serem realizadas naquele dia, (bem como a relação sábado/domingo/feriado sem aulas)
    Otrabalho deve desenvolver a linguagem matemática da relação matemática com o cotidiano das crianças bem como sua relação com o tempo espaço.

  47. Severina Claudia Cândido de Araújo disse:

    Plano de aula afetividade
    Relato da observação de uma professora de MGI (crianças de 2 a 3 anos) Quando iniciou em sala no mês de março durante o período de acolhimento das crianças, identificou que as crianças da sala ficavam arredias ao toque, ou seja, não estavam acostumados a receber carinho, beijos e abraços com naturalidade. E isso dificultava as atividades executas no dia-a-dia. Então, após as observações e os registros começou a trabalhar com as crianças a partir da roda de conversa a importância do carinho, do afeto, do respeito de uns para com os outros e criou situações que desenvolvesse a integração da turma. Em que se estendeu por vários momentos do dia. Foi proporcionado, por meio de brincadeiras de faz-de-conta, de histórias, de musicas diversificadas, principalmente musica instrumental na hora do sono com relaxamentos, com movimentos. Aos poucos, elaborando atividades adequadas, voltadas para o brincar, a professora conseguiu integrar melhor o grupo, mediando para que eles apresentassem mais harmonia nas relações pessoais.
    Para esse planejamento foram solicitadas fotos das famílias, tudo isso para que o trabalho fosse realizado em parceria com as famílias, para que as crianças pudessem se apropriar com maior clareza desta realidade para sua vida quando ser humano sujeito protagonista, que pensa, que aprende e constroem relações com os outros seres.
    A importância das observações do vivido, do experienciado, da realidade de mundo para o planejamento de um currículo, uma escuta sensível ao que a criança tem a dizer, em qualquer faixa etária e principalmente no acolhimento, que tanto pode ser no início da vida escolar das crianças como no cotidiano as observações na educação infantil, que muitas vezes chamamos de adaptação e na verdade é a escola que tem que se adaptar a criança e não a criança a escola.

    Planejamento para todo o ano, porém mais focado por dois meses, para que houvesse um maior entrosamento dos alunos com os colegas e com a educadora.

  48. Deise Yuri Souza Lopes disse:

    Ao trabalhar com as crianças, eu e a professora com que trabalho percebemos que elas se interessavam muito por literaturas infantis. Eles trabalham com elementos da realidade das crianças, ao mesmo tempo que desenvolve o seu imaginário, promovendo emoção, interesse pela leitura e abertura a um leque de possibilidades didáticas significativas para a aprendizagem.

    Assim, escolhemos a história de título “Os Três Porquinhos”, que serviu de tema para orientar o trabalho de toda uma semana. Esta proposta são para crianças de 4 anos e seu objetivo é desenvolver diversas habilidades específicas, com base numa literatura infantil. Seu conteúdo é diversificado, sendo Contação de história (Linguagem Oral e Escrita); Confecção de fantoches com reconto (Artes e linguagem oral), Dobradura (Matemática e Artes), Brincadeira Folclórica “Pega-pega” (Educação Física e Natureza/Sociedade) e Teatro (Artes).

    No 1º dia – Contação da história dos “Três Porquinhos”, em roda, por meio de uma literatura infantil.
    No 2º dia – Confecção de fantoches das personagens da história e reconto dela pelas crianças.
    No 3º dia – Dobradura (origami) de lobo e porco.
    No 4º dia – Pega do lobo-mau e os porquinhos – na área externa, com a participação do professor e das crianças. Uma delas deverá ser escolhida para ser o lobo e as outras serão os porquinhos que correrão dele.
    No 5º dia – Teatro “Os três porquinhos” encenado pelas próprias professoras.

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