Cinema educativo nas escolas- Atualidade do Manifesto dos Pioneiros da Educação

Em 1928, Fernando de Azevedo, percursor, entre outros,  do Movimento  da Escola Nova, introduz o Cinema Educativo em todas as escolas primárias, através da Reforma da Educação, com forte presença nas políticas publicas.

a escola deve utilizar, em seu proveito, com a maior amplitude possível, todos os recursos formidáveis, como a imprensa, o disco, o cinema e o rádio, com que a ciência, multiplicando-lhe a eficácia, acudiu a obra de educação e cultura e que assumem, em face das condições geográfi-cas e da extensão territorial do país, uma importância capital.” (Manifesto, 1932)

Referências
Manifestos dos pioneiros da Educação Nova (1932) e dos educadores (1959) http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=205210
A reforma de Ensino no Distrito Federal (1927 – 1930) – USP www.usp.br/niephe/…/docs/REFORMA.PDF
Fernando de Azevedo- Glossário: http://www.histedbr.fae.unicamp.br/navegando/glossario/verb_b_fernando_azevedo.htm

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6 respostas para Cinema educativo nas escolas- Atualidade do Manifesto dos Pioneiros da Educação

  1. CLAUDECILIA MARQUES SILVERIO disse:

    PEDAGOGIA DA VIRTUALIDADE
    CLAUDECILIA MARQUES SILVERIO

    A educação tem encontrado desafios que não são poucos, e que se apresentam no âmbito da formação de professores, dada a carência de um sistema nacional de formação que contemple o tripé: formação, salário e condições materiais
    de trabalho.
    Por outro lado, percebe-se que vem brotando uma tímida movimentação da sociedade em busca do acesso a essas tecnologias, o que significa, no limite, lutas pela efetiva democratização da educação, pelo pleno acesso aos meios de comunicação e, em especial, à internet. Esse destaque deve-se, sobretudo, ao fato de se tratar de um recurso que oferece uma oportunidade de via dupla; por um lado, a chance de oferecer ao mundo os resultados de suas próprias reflexões, experiências, estudos, pesquisas, ou seja, de seu conhecimento, e, ao mesmo tempo, para quem a acessa, ao conhecimento acumulado pela humanidade, disponível na rede.

  2. MARIA APARECIDA DE JESUS MIRANDA disse:

    PEDAGOGIA DA VIRTUALIDADE
    MARIA APARECIDA DE JESUS MIRANDA

    Por representar e dar sentido ao mundo, a produção cinematográfica é meio de registro do conhecimento historicamente produzido e acumulado pela sociedade industrial. A importância do cinema para a educação está nos sinais históricos captados e registrados em imagens que se constituem em testemunhas visuais da história. O que significa dizer que os filmes possibilitam, a partir da reconstituição feita do contexto e dos fatos tratados, apreender práticas, concepções e processos educativos, valores, ideologias, mentalidades coletivas que
    permeiam e subsidiam ações educativas.
    Assim sendo, o cinema abre perspectivas para o educador e educandos apreenderem como e por que os homens se educam, fornecendo, portanto, subsídios para o ensino e a pesquisa em educação. Ao estabelecer a relação entre cinema, história e educação, podem realizar a investigação que lhes permite o entendimento das questões sociais, políticas e econômicas que originam e fundamentam as diversas práticas educativas.

  3. CLAUDECILIA MARQUES SILVERIO disse:

    PEDAGOGIA DA VIRTUALIDADE
    CLAUDECILIA MARQUES SILVERIO

    ESSAS BIBLIOGRAFIAS SÃO IMPORTANTE NESSE TEXTO RELACIONADO AO CINEMA EDUCATIVO QUEM TIVER A OPORTUNIDADE DE LER VAI GOSTAR
    DOCUMENTARIOS SOBRE CINEMA EDUCATIVO

    Comunicação e culturas contemporâneas da Faculdade de comunicação da Universidade Federal da Bahia. Salvador, 2002.
    ORTIZ, Renato. A moderna tradição brasileira. São Paulo: Brasiliense, 2006.
    RISERIO, Antônio. Avant- Garde na Bahia. São Paulo: Instituto Lina Bo e P. M. Bardi , 1995.

    SCHVARZMAN, Sheila. Humberto Mauro e as imagens do Brasil. São Paulo: Editora da UNESP, 2004.
    SCHWARTZMAN, Simon, BONEMY, H. e COSTA, W. Ribeiro. Tempos de Capanema. Rio de Janeiro: Paz e Terra, São Paulo/ EDUSP, 1984.

    SETARO, André; HUMBERTO, José. Alexandre Robatto Filho: pioneiro do cinema baiano. Salvador: Fundação Cultural do Estado da Bahia, 1992.

    SILVEIRA, Walter da. A história do cinema vista da província. Salvador. Fundação Cultural do Estado da Bahia, 1978.

    TAVARES, Luís Henrique Dias. História da Bahia. São Paulo Editora Unesp, 2001.

  4. Carolina disse:

    Cada um tem sua competência, específica mas todos eles se conversam nas interfaces das múltiplas linguagem que compõem o currículo escolar para as crianças pequenas. Digo “BERÇARIO”, bebês de sete meses a um ano e onze meses. ,

  5. Carolina disse:

    Eu disse, e escrevi,”BERÇARIO MENOR”, e “BERÇARIO MAIOR”, os esquecidos. Não excluidos!

  6. Pingback: Nas ondas do rádio: as escolas públicas do município de São Paulo | Pedagogia da Virtualidade

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