Paulo Freire: a criatividade e o gosto da aventura do espírito.

paulo freire“A pedagogia que me toca é a pedagogia que escuta, provoca e vive a difícil experiência da liberdade, reconhecendo que há uma distorção, o autoritarismo. Minha opção é por uma pedagogia livre para a liberdade, brigando contra a concepção autoritária de Estado, de sociedade… Há um sinal dos tempos, entre outros, que me assusta: a insistência com que, em nome da democracia, da liberdade e da eficácia, se vem asfixiando a própria liberdade e, por extensão a criatividade e o gosto da aventura do espírito. ”

Paulo Freire – 19 de setembro de 1921- 2 de maio de 1997.

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O propósito deste Blog é vivenciar, experienciar a rede como caminho para a aprendizagem, é gerar um espaço de sensibilização, opiniões, discussão e compartilhamento de textos vinculados aos desafios do educar na contemporaneidade. Considerando as alterações no próprio grupo e … Continuar lendo

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¿Qué decimos cuando hablamos de paz?

O que dizemos quando falamos de paz?

Siempre me es grato volver a Argentina y reencontrar amigos.

La educación en red y la virtualidad nos aproximan…En Entre Ríos participé del I Congreso de Educación para la Paz, una mirada desde la pedagogía Latino-americana. En ese contexto, una de las preguntas que nos hicimos en Victoria fue: 1986, ¿Por qué el Premio UNESCO de Educación para la Paz a Paulo Freire? Buen diálogo. Fuimos confirmando, revirtiendo, desmitificando la frase “Si quieres la paz prepara la guerra” para luego confirmar que “si quieres la paz prepara y haz en pro de la justicia social”, la que hay que afirmar, también por medio de la educación, antes de que se instaure la caridad.

En la ciudad de Rosario fue una alegría compartir saberes con el grupo que congrega el Instituto de Investigaciones “Paulo Freire” de la Facultad de Derecho de la Universidad Nacional de Rosario. Hacer memoria nos llevó a “darnos cuenta”… Este texto es un breve registro de lo que pasó el último viernes a la tarde, 29 de septiembre ‘Día del Perdón’. En realidad aprovechamos mi visita para realizar un círculo de cultura por la paz, para recordar el cumpleaños de Freire (si estuviera vivo haría 96 años), por el 20 aniversario de su ausencia-presencia, y especialmente para festejar la creación del Instituto.

De inicio, fue la preparación del encuentro, la visita anterior del Decano de la Facultad al Instituto, y en ese día, la expresión corporal de Aldana, las grullas de Marcela y la poesía de Malcon que nos sensibilizaron para otras intervenciones. Susana, otra abogada, nos mostró el lado crítico del Derecho, la hospitalidad de Lilians aglutinó curiosidades de educadores, estudiantes y profesores. El encuentro fue bañado de mates, dulces, pastaflora y alfajores. El círculo se fue movilizando hasta entrar al dialogo profundo, no libre de conflictos.

Cada uno se presentó, fue tomando posición. Retomamos los intereses, lo dicho acerca de las Mujeres que Marchan por la Paz en Medio Oriente, la conversación del I Congreso de Educación para la Paz, y continuamos en el ámbito de la Facultad de Derecho. Hablamos de los microfascismos que se quieren instalar través del terror, del miedo, de la inestabilidad emocional, e inseguridad psicológica que conducen a la aceptación de regímenes totalitarios. Pero, especialmente, percibimos inéditos viables en las prácticas socioeducativas, posibilidades para continuar con la utopía de vivenciar un mundo mejor. Creo que hoy, Freire volvería alegre a la Facultad de Derecho para reinventarla en estos espacios dialógicos! Creo, también, que comprender la educación como uno de los derechos humanos fundamentales y una acción cultural para la libertad nos desafía a preguntarnos, en este momento social dramático: ¿Qué decimos cuando hablamos de paz? ¿Qué estamos diciendo? Esta pregunta abrió un dialogo polifónico que nos hizo recorrer caminos, desde Bartolomé de las casas hasta el Premio Unesco de Educación para la Paz, Paulo Freire, pasando por las premios nobel de la paz Malala, Leymah Gbowee y Rigoberta Menchu.

Consideramos que las cuestiones de violencia, invisibilidades, desaparecimientos y muertes de personas son mucho más antiguas e implican reprimir, destruir ideas, pensamientos, decires y memorias. Por eso, es importante practicar la escucha atenta y la espera activa para comprender que la paz se crea, es tener la osadía de apostar en la vida para delimitar un territorio más cultural que físico donde podamos vivir juntos; un territorio humano, individual y colectivo, que frente a las injusticias e indignación se movilice para la construcción de la justicia social.

Creo que como sujetos sentipensantes, al decir  de Orlando Fals Borda, hicimos el Círculo de cultura en una academia todavía vinculada a formatos tradicionales de ciencia, pero que se abre y crea ciertas  condiciones para comprender más allá del racionalismo. Sin dudas, mantener esa abertura de la Facultad de Derecho es un desafío y una contribución inestimable para la ciudadanía…Y, es en este sentido que continuaremos trabajando en pro de subjetividades democráticas.

Excelente momento, felicitaciones al grupo de la Universidad, y estamos apelando para mantener y fortalecer estos espacios. Y, para no decir que no hablamos de flores, cerramos ese momento con un ramo de flores y con el obsequio del libro “Historias y recuerdos de una madre de Plaza de Mayo”, de una madre entrerriana que participa del Grupo de las “Locas de Plaza de Mayo”. No esperé llegar a casa, lo leí en el aeropuerto!

Un fuerte abrazo,
Margarita Victoria Gomez.
mvgomez07@gmail.com
contato@pedagogiadavirtualidade.com.br

 

“La lucha por la paz, no significa la lucha por la abolición, ni siquiera por la negación de los conflictos, y si por la confrontación justa, crítica de los mismos y la procura de soluciones correctas para ellos es una exigencia imperiosa de nuestra época. La paz, no obstante, no precede la justicia. Por eso la mejor manera de hablar de paz es hacer justicia.” (Paulo Freire)

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Paz y justicia social

Educación contemporánea: “si quieres la paz prepara y haz en pro de la justicia social” – “Se você quer paz prepare e faça em prol da justiça social”…

https://www.youtube.com/edit?o=U&video_id=RBI7YTMkiRA

 

 

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Por que Paulo Freire no Oriente Médio?

Em encontro entre educadores a Prof. Nira May considera importante a presença de Paulo Freire no Oriente Médio. Acredita na possibilidade de ver o diálogo e não a guerra como um caminho de transformação do indivíduo e da sociedade… “é uma questão de diálogo porque não há outra opção senão viver juntos no Oriente Médio”.

 

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As mulheres ativam a paz

Depois de ver, nas redes sociais, o clipe Prayer of the Mothers com Yael Deckelbaum, com as mulheres palestinas e israelitas marchando no deserto fiquei curiosa por conhecer o Movimento WomenWagePeace. Em passagem por Israel tive a oportunidade de encontrar e conversar com algumas das mulheres que marcham e realizam atividades por um acordo de paz. A atualidade social pede atenção e conhecer a história da situação de violência do Médio Oriente e do mundo, assumir esse processo de aprendizagem, também no âmbito da educação.  Parte da riquíssima conversa com duas mulheres do Movimento ficou registrada na seguinte entrevista:
Abraço amazônico, 

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Educação aberta em debate_OUI

A universidade aberta (UA) é tema de debate do nosso tempo e do nosso grupo. E, como já dissemos anteriormente a UA busca expandir e democratizar a educação superior ao alcançar a maior quantidade de pessoas com interesse de estudar. Na atualidade, (re)significada na economia do conhecimento e do capitalismo informacional, o diálogo polémico continua tentando responder em parte a novos movimentos educacionais. A entrevista com a profa. Sarah Guri-Rosenblit, levanta uma questão importante e que nos faz refletir: O que é educação aberta e qual é a educação aberta que temos e qual a que queremos (e podemos). Assista, a seguir, a entrevista e pode deixar comentários.

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Educação aberta em debate _ IGNOU

Abrir a educação é uma questão de quem decide as políticas públicas. O professor  R. Ramanujam da Indira Gandhi Open University (IGNOU), New Delhi, em entrevista aberta, nos conta acerca da sua experiência e percepções acerca da Universidade Aberta. Assista, a seguir, a entrevista:

 

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Educação em tempo das tribos

No terceiro milênio reconhecemo-nos em diversas tribos urbanas e também rurais, virtuais e presenciais, na convergência de recursos e situações sociais, culturais e linguísticas. A Índia, como o Brasil, é um país rico em tribos. As diversas línguas faladas por elas (na Índia são reconhecidas 20 como oficiais) e suas experiências educacionais ocorrem além dos muros da escola ou da Internet. Podemos pensar nas experiências no mundo digital: a Academia Kahn e a proposta de Sugata Mitra, entre outras, as quais vêm despertando interesse entre educadores do mundo inteiro, tanto pelas metodologias de aprendizagem quanto pelas propostas pedagógicas. O que destacamos hoje é a educação tribal na Índia, no âmbito rural, que gera curiosidade. Ao chegarmos à Índia, partindo de São Paulo com a finalidade de conhecer este país e participar do World Social Fórum (Mumbai, 16 a 21 de Janeiro de 2004), aproveitamos para conhecer o Prof. Mahendra e a experiência de formação de professores para a alfabetização no estado de Orissa. Em diálogo com a proposta de Paulo Freire, e com as próprias dinâmicas de socialização  e aprendizagem das tribos, ele inicia reconhecendo os saberes tribais, tradicionais, orais e gráficos, desvendando a própria cultura. Como em círculos de cultura, abre-se um território para uma compreensão profunda, mais aberta de si mesmos e do mundo. Não se trata de aplicar uma metodologia ocidental, mas de buscar ‘descolonizar a mente’ de professores e educandos que buscam na formação mobilizar a comunidade e suas próprias percepções para transformar e inovar com conhecimentos outros. Em 2017, ao regressarmos a esse belo país, para participar da First Biennial IACLSC International Conference Post Modern Nation-State and Nationalism: Citizenship, History and Public Sphere (Gujarat, Gandhinagar), ficamos curiosos por saber sobre o andamento de seu trabalho, assim como sobre aquela proposta original, o que fica registrado, em parte, na seguinte entrevista.

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